Sejam bem vindos!!!

"Reciclagem Conceitual"

Fazendo o teu olho enchergar a tua mente pensar teu cérebro raciocinar.
Despertando a tua inteligencia a descobrir e praticar o Amor de "dar", "doar-se" a cuidar da Vida como um sol a brilhar.
Levando-o humildemente retribuir cuidando do planeta fazendo seus sentimentos verdadeiramente mais felizes.
Isto e Amor de Amar.

Venham...vamos fazer Reciclaaação já!!!............... Charles sodniv
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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Descoberto o primeiro mamífero iridescente do mundo!!!


A iridescência – um fenômeno luminoso causado por diferentes formas de refração da luz, que forma um arco íris na superfície – acaba de ser detectada na pele de toupeiras douradas.

Além dos “olhos brilhantes” dos mamíferos noturnos, a descoberta marca a primeira evidência de iridescência em mamíferos. E outra surpresa: as toupeiras douradas são completamente cegas.

“Elas são muito sedosas, e tem quase uma aparência metálica e brilhante, com cores que vão do azul ao verde”, comenta o coautor do estudo, Matthew Shawkey.
Shawkey pensou em estudar as toupeiras douradas depois que uma aluna dele, Holly Snyder, escreveu sua tese sobre a iridescência. Snyder é a autora principal do novo estudo.

Para que ele fosse realizado, os cientistas pegaram pelos de quatro espécimes da toupeira. Usando equipamentos altamente tecnológicos, como microspia de elétrons, eles analisaram as estruturas dos pelos, até os mínimos elementos.

E eles determinaram que os pelos são sim iridescentes. Em seguida, descobriram que cada pelo tem um formato achatado com pouca escala cuticular, o que oferece uma superfície boa para a reflexão. As escalas formam camadas múltiplas de luz.

Modelos ópticos sugerem que essas camadas agem como refletores que produzem a cor a partir da interferência da luz. A sensitividade desse mecanismo explica a variedade de cores.

O que permanece um mistério é porque animais cegos têm esse pelo tão cativante.
Os ancestrais das toupeiras tinham visão, então é possível que a iridescência seja uma herança desses tempos. “Entretanto, esses animais já estão consideravelmente longe de seus ancestrais, então tem que haver algum tipo de pressão seletiva, para manter sua cor intacta”, comenta Shawkey.

Outra possibilidade é que o pelo afasta predadores. Mas Shawkey diz que o brilho “os deixaria mais atraídos”, gerando o efeito inverso. As toupeiras não são venenosas, então a coloração não serve como aviso de perigo.

Os pesquisadores realmente pensam que a iridescência é um produto da composição do pelo, já que sua estrutura permite aos animais uma boa circulação pela lama e areia.

“Muitas das nanoestruturas que produzem as cores iridescentes têm propriedades não ópticas, como rigidez e repelimento da água”, explica Shawkey. “No caso das toupeiras, claramente não há uma função de comunicação, então é um produto do pelo”.

A iridescência existe há pelo menos 50 milhões de anos, desde que besouros com essa coloração única foram descobertos. Um pássaro iridescente, com pelo menos 40 milhões de anos, também foi documentado, assim como antigas conchas. Hoje alguns pássaros, cobras e peixes apresentam o fenômeno.

No futuro, Shawkey e sua equipe esperam estudar melhor a iridescência, e enter sua função nas toupeiras e em outros espécies.
Hypescience!!!

46 novas espécies são encontradas na densa floresta do Suriname!!!


“Sapo Cowboy”
O “sapo cowboy” da foto no topo do artigo (Hypsiboas sp.), que ganhou esse nome por causa das franjas nas pernas e da espora na “pata”.

 O anfíbio foi descoberto durante uma saída noturna, em uma área pantanosa do rio Kutari.

Uma pesquisa revelou 46 novas espécies no Suriname. Elas foram descobertas em um expedição dentro do país com uma das mais densas florestas tropicais do mundo.

“Nossa equipe é privilegiada de estudar uma das últimas áreas selvagens vastas e intocáveis no mundo”, comenta Trond Larsen. “Como cientista, é emocionante estudar essas florestas remotas onde diversas descobertas estão nos esperando, especialmente quando se acredita que devemos proteger esses territórios para manter a biodiversidade e os ecossistemas do planeta, necessários para as gerações que virão”.

A expedição, que durou três semanas, passou por três locais remotos ao longo dos rios Kutari e Sipaliwini, perto da vila de Kwamalasumutu, entre agosto e setembro de 2010.

O objetivo era catalogar a vida selvagem e ajudar a desenvolver o ecoturismo sustentável entre os indígenas locais. Fizeram parte dela 53 cientistas, indígenas e estudantes.

“Água esteve na expedição inteira”, comenta Larsen. “Após subir o rio de bote por muitas horas, nós montamos um acampamento na floresta. Nossa cozinha, construída com pedaços de madeira, foi levada embora poucos dias depois, por culpa das fortes chuvas”.
“Nossa decida diária das tendas para o local de refeições virou um jogo de escorregar e cair. Em um dos dias, quando escorreguei, consegui me segurar em um galho, para descobrir depois que ele estava coberto de espinhos.

Após alguns dais, nossas roupas estavam espalhadas pelo local, na esperança de um pouco de sol que pudesse secá-las. Uma noite, quando entrei em minha barraca, vi meu saco de dormir com uma formiga-cabo-verde (formiga bala) dentro, que tem esse nome pela dor absurda que sua picada causa, durante 24 horas”, conta.

Apesar desses desafios, os pesquisadores documentaram quase 1.300 espécies, entre uma diversidade incrível de plantas, peixes, répteis, anfíbios, pássaros, pequenos mamíferos, formigas, libélulas e besouros.

Entre as espécies, estão:
Um bagre “com armadura” (Pseudacanthicus sp.), com as placas ósseas externas cobertas com espinhos para se defender das piranhas gigantes que habitam as mesmas águas. Um dos guias locais da expedição estava quase comendo essa espécie até que os cientistas notaram as características únicas e o preservaram.

Poucos são conhecidos no Suriname, e esse é o primeiro encontrado no rio Sipaliwini. “Nós trabalhamos muito perto do povo Trio, que depende principalmente de caça e pesca”, afirma Larsen. “Eles pescaram e comeram muitos peixes durante nossa expedição, incluindo uma grande variedade de bagres.
Uma vez que você tira os espinhos, imagino que deve ter um gosto comum”;
O “sapo Pac-Man” (Ceratophrys cornuta), um predador que usa a técnica “sentar e esperar”, com uma boca enorme que o permite engolir uma presa quase do seu tamanho, incluindo pássaros, ratos e outros sapos.

Um dos pesquisadores estava usando coleiras para rastrear pássaros, e acabou encontrando o animal e a coleira na barriga do sapo;
O “grande besouro de chifre” (Coprophanaeus lancifer) tem o tamanho de uma tangerina e pesa mais de seis gramas.

Tem cor metálica azul e roxa. Os machos e as fêmeas têm chifres, que usam em conflitos.
Para ver fotos de outros animais descobertos clique aqui.

Os cientistas também descobriram extensas cavernas rochosas, perto da vila de Kwamalasamutu, em uma região conhecida como Werehpai, o local de vida humana mais antigo do sul do Suriname, com estimativas recentes que sugerem a habitação há 5 mil anos.

A Conservação Internacional está trabalhando com as comunidades locais para preservar e promover Werehpai e o ecoturismo, já que aqui está a maior concentração de cavernas rochosas da Bacia Amazônica.

“A natureza intocada e a cultura de Kwamalasamutu a tornam um destino único para turistas mais aventureiros, que gostam de caminhadas ao longo da floresta tropical, em busca de fauna e flora”, comenta Annette Tjon Sie Fat, diretora do programa da Conservação Internacional no Suriname.

Os pesquisadores vão voltar ao Suriname em março, para continuar a exploração.
“É necessário documentar e entender sua biodiversidade, para que possamos protegê-la, mas um dos pontos mais importantes da expedição foi a chance de trabalhar com a comunidade local, a Trio”, afirma Larsen.
“Nossas descobertas vão ajudar os Trio a promover o ecoturismo sustentável, oferecendo novas oportunidades econômicas ao mesmo tempo que mantém a conservação dos ecossistemas.

Nossos cientistas trabalharam com vários estudantes do país, durante a expedição, oferecendo um treinamento de valor para a próxima geração de biólogos e conservacionistas”.
Hypescience!!!




sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Conheça a única aranha que passa o dia todo embaixo d’água!!!


Você conhece alguma aranha mergulhadora, que passa a maior parte do tempo debaixo d’água? A incrível aranha-de-água (Argyroneta aquática) só precisa vir a superfície para pegar ar uma vez por dia.

Elas vivem em lagos, lagoas e córregos lentos em toda a Europa e norte da Ásia. São as únicas aranhas que vivem suas vidas inteiras na água, acasalando, pondo ovos e capturando presas em suas teias de seda, construídas entre a vegetação sob a superfície da água.

Elas criam bolhas que se enchem de ar para respirar debaixo d’água. E, segundo um novo estudo, essas bolhas se comportam como guelras, extraindo oxigênio dissolvido da água e dispersando dióxido de carbono.

Para preencher essa “teia bolha” de ar a fim de respirar, as aranhas usam pelos finos em seu abdômen para transportá-las até a superfície da água. Os cientistas debatem há muito tempo quantas vezes elas tinham de voltar à superfície para reabastecer seu suprimento de ar.

Eles simularam uma lagoa em laboratório, em condições de um dia quente de verão, para testar as aranhas. Anteriormente, a crença sugeria que elas tinham que vir à superfície a cada 20 a 40 minutos durante todo o dia.

Os cientistas também mediram os níveis de oxigênio no interior e em torno da bolha de ar. Ao medir as diferenças, eles identificaram uma troca de gás semelhante à realizada pelas brânquias dos animais que respiram debaixo d’água.

Conforme a aranha consome o oxigênio da bolha, reduz a concentração de oxigênio no seu interior. O gás fica abaixo do nível de oxigênio dissolvido na água, e quando isso acontece, pode ser conduzido para dentro da bolha.

O dióxido de carbono que a aranha produz não é um problema, porque é facilmente dissolvido na água e nunca acumula.

Porém, ao contrário dos animais que trocam oxigênio e dióxido de carbono em brânquias, as aranhas têm de lidar com outros gases no ar que transportam. Na mistura de gases recolhida, como o oxigênio é retirado da bolha e o dióxido de carbono não acumula, o nitrogênio aumenta de concentração.

Como o nitrogênio se dispersa com a bolha, ela eventualmente colapsa, mas isso acontece muito devagar, quase ao longo de um dia. Isso é muito útil: a aranha é capaz de permanecer embaixo d’água em dias muito quentes, quando a sua taxa metabólica é mais alta que o normal, se a água estiver bem oxigenada.

Isso significa que elas voltam à superfície com pouca frequência, evitando o risco de serem apanhadas por predadores, como aves. Também permite que as aranhas esperem pacientemente uma presa passar.
Hypescience!!!

Formigas, cuidado com a teia de aranha antirroubo!!!


Assim como alguns têm um cachorro com um bom latido para proteger a propriedade, certa aranha faz um investimento similar para proteger sua comida.

Uma nova pesquisa encontrou uma química especial nas teias de um aracnídeo. “Formigas são frequentemente pegas nas teias de algumas aranhas fiandeiras, mas raramente estão nas das aranhas com teias circulares”, afirma o pesquisador da Universidade Nacional de Singapura, Daiqin Li.

Como as formigas são potenciais predadores, “é necessário existir outros mecanismos para proteção. Um mecanismo pode ser alguns químicos que repelem as formigas”.

Para entender o que afastava as formigas, os pesquisadores coletaram aranhas com teias circulares selvagens (Nephila antipodiana) e as analisaram.

Eles encontraram uma substância, chamada de 2-pyrrolidione, presente nos fios que as formigas pareciam evitar no laboratório, incluindo a popular formiga Faraó (Monomorium pharaonis). Mesmo quando uma boa refeição estava na teia, elas não atravessavam os fios.

“Aranhas douradas de teia circular produzem um químico na rede que detém a invasão de formigas, o que adiciona a defesa química às impressionantes propriedades da seda aracnídea, já conhecida como forte, elástica e adesiva”, afirma Li.

Os pesquisadores também descobriram que aranhas jovens não precisam produzir o químico, porque sua seda é muito fina mesmo para as formigas menores. Jovens grandes e adultos fazem a teia antiformiga para que os pequenos animais não roubem suas presas frescas e mesmo as próprias aranhas.

Mas eles não estão certos de como as aranhas fazem a substância (se elas já adicionam na produção da seda ou se passam depois), e como ela funciona. O químico não é o que os cientistas chamam de “volátil”, então não produz cheiro. As formigas poderiam estar “degustando” o composto, porque apenas são repelidas após entrar em contato com ele, mas ficam na vizinhança mesmo depois do contato.

“A química talvez tenha evoluído não apenas para proteger a aranha, mas reduzir o tempo e energia que seria exigido para afastar as invasoras”, afirma o pesquisador do estudo, da Universidade de Melbourne, Mark Elgar.

Eles também encontraram químicos similares em outras sedas aracnídeas, o que indica que esse tipo de substância pode ser comum em aranhas.

Supreendentemente, o mesmo composto 2-pyrrolidione já foi encontrado nas glândulas da formiga Crematogaster sjostedti – as mesmas glândulas que fazem compostos para sinalizar outras formigas do perigo.

As aranhas talvez estejam imitando esses alarmes químicos.
Hypescience!!!

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Cientistas descobrem polvo e lula que conseguem ficar “invisíveis”


Um novo estudo descobriu que duas espécies oceânicas de cefalópodes – um polvo e uma lula – podem ir do transparente ao opaco em um piscar de olhos.
A impressionante camuflagem é uma adaptação que mantém os animais a salvo de dois diferentes predadores. Os primeiros são criaturas de águas profundas, que caçam procurando silhuetas na fraca luz das profundezas. Os segundos são peixes que usam luzes biológicas para caçar – a bioluminescência, que ilumina o próprio corpo.
Para evitar ser encontrado pela silhueta, ele fica transparente, afirma a pesquisadora Sarah Zylinski. Mas quando uma luz bioluminescente atravessa uma superfície transparente, o efeito é parecido com uma lanterna em uma vidraça: muito refletido, muito óbvio.
“Estar pigmentado é a melhor estratégia nesse momento”, comenta Zylinki. As espécies do polvo e lula essencialmente têm o melhor de ambas as estratégias. “Estar apto para mudar rapidamente permite uma boa camuflagem”.
Muitos polvos, lulas e outros cefalópodes têm a habilidade de mudar de cor. Alguns polvos até imitam o formato de vários peixes e seres do mar.
Mas todos são criaturas de águas rasas. Zylinski e seus colegas tentaram procurar essas espécies no fundo, com animais que vivem entre 600 e 1000 metros abaixo da superfície, onde há pouca luz.
Em barcos de pesquisa no Mar de Cortez e no fosso entre o Peru e o Chile, Zylinski esperou arrastões com redes profundas trazerem os animais. Elas foram levantadas em velocidades muito lentas, para que as alterações na pressão e na luz não fossem muito abruptas.
“É um pouco como o natal, porque você nunca sabe o que vai ganhar”, ela comentou. “Algumas vezes o presente é bom, outras não”.
Quando Zylinski conseguiu “pescar” um cefalópode, ela rapidamente moveu os animais da rede para um ambiente escuro e fresco, para que não fossem expostos à luz. Ela então tentou vários métodos para estimular mudanças de cores.
Ela sabia que a bioluminescência é uma importante ferramenta de caça nas profundezas, então imaginou que alguns animais talvez possuíssem maneiras de evitar a luz. Ela apontou luzes de LED similares à bioluminescência em duas espécies, o polvo Japetella heathi, de 7,6 centímetros, e a lula Onychoteuthis banksii, de 12,7 centímetros, que mudaram instantaneamente de transparentes para vermelho opaco.
“A velocidade do processo é incrível”, comenta Zylinski.
Os animais conseguem a façanha porque suas células epidérmicas estão sobre controle neural. Ele vê um raio de luz e o estímulo visual libera pigmentos. Quando a luz cessa, o pigmento some, deixando o cefalópode transparente, exceto pelos olhos e tripas.

Nem todos os cefalópodes de grandes profundidades possuem a habilidade de modificar sua aparência. Alguns desenvolvem outros métodos, como ser altamente refletores, para que a luz do ambiente esconda sua presença. Outros criam sua própria bioluminescência de acordo com a luminosidade que chega ao fundo, imitando a luz solar.
Zylinski agora planeja estudar como os pigmentos do polvo mudam com o tempo. Ela comenta que espécies jovens e menores vivem mais perto da superfície, contando mais com a transparência. Já para os mais maduros, em águas profundas, onde a bioluminescência é comum, é importante a presença do pigmento, para que possam ser mais opacos. [MSN]
hypescience

Mariposas fósseis mostram sua verdadeira cara!!!

ScienceDaily (15 de novembro de 2011) - Os mais brilhantes tons na natureza são produzidos por minúsculos padrões, por exemplo, penas ou escalas, em vez de pigmentos. Essas chamadas "cores estruturais" são comuns, dando opalas seu fogo, as pessoas os seus olhos azuis, e pavões suas penas brilhantes. Muitos animais usam este tipo de cor de comunicação, notadamente borboletas e mariposas (Lepidoptera), que apresentam a maior gama de cores estruturais e colocá-los para usos de publicidade sua toxicidade para escolher os melhores parceiros. Mas apesar da importância das cores estruturais em suas vidas, pouco se sabe sobre como lepidópteros desenvolveram esses sinais chave social.
Reconstrução das cores originais de 47 milhões de anos, fósseis traças da localidade fóssil de Grube Messel, na Alemanha. A cor verde-amarela tinha uma dupla função defensiva, tanto camuflar as mariposas em repouso e agindo como um sinal de advertência ao alimentar. . (Crédito: Maria E. Mcnamara, Derek EG Briggs, Patrick J. Orr, Sonja Wedmann, heeso Noh, Hui Cao fossilizados Nanoestruturas biofotônica Revelar as Cores Original de 47-Million-Year-Old traças PLoS Biology, 2011, 9 (. 11): e1001200 DOI: 10.1371/journal.pbio.1001200)
sciencedaily
Obs: Charles lopes,Uma sugestão para os jovens estudantes deste brasil, estudem as origens das cores falta muito para explicar e o ser humano conhecer e dominar esta beleza da criação divina!!!