Vamos reciclando as nossas mentes para cuidar do Planeta de gente inteligente “Amorosa e consciente”. Na busca constante e incessante do melhor que há e o que ainda vira neste nosso planeta, á viver, a beleza e a grandeza da vida de um ser, Única a existir para realizar e Amar... Amar para viver abundantemente.
Sejam bem vindos!!!
"Reciclagem Conceitual"
Fazendo o teu olho enchergar a tua mente pensar teu cérebro raciocinar.
Despertando a tua inteligencia a descobrir e praticar o Amor de "dar", "doar-se" a cuidar da Vida como um sol a brilhar.
Levando-o humildemente retribuir cuidando do planeta fazendo seus sentimentos verdadeiramente mais felizes.
Isto e Amor de Amar.
Venham...vamos fazer Reciclaaação já!!!............... Charles sodniv
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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Religiões afro-brasileiras são vítimas de intolerância!!!
Na casa do papai há muitas moradas,recicla a mente gente,gente que ama não agride gente.
Ignorância religiosa
Pesquisa da Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) sobre religiões afro-brasileiras no estado do Rio comprova denúncias de intolerância religiosa.
Dados preliminares do estudo "Mapeamento das Casas de Religiões de Matriz Africana no Rio de Janeiro", que identificou 847 templos, revelam que 451 - mais da metade - foram vítimas de algum tipo de ação que pode ser classificada como intolerância em razão da crença ou culto.
No estado com a maior proporção de praticantes de religiões afro-brasileiras na população (1,61%), segundo levantamento da Fundação Getulio Vargas com base no Censo 2010, a pesquisa da PUC-Rio identificou templos em 27 dos 92 municípios fluminenses.
Embora não represente a totalidade das casas religiosas desse segmento no estado, de acordo com uma das coordenadoras, a professora Denise Fonseca, o mapeamento é o primeiro a tratar de casos de intolerância religiosa.
Neopentecostais
Segundo Denise Fonseca, a maioria dos casos relatados pelos entrevistados são "pequenas sabotagens", mas também agressões.
"Os relatos vão desde carros sendo multados por uma polícia que nunca entra em determinada comunidade nem de dia nem de noite - a não ser em dia de atividades religiosas - até a situação de pai de santo sendo espancado por praticantes de outras religiões", disse.
Como os dados do mapeamento estão sendo avaliados caso a caso, a professora explica que o perfil dos agressores requer uma "análise cuidadosa". Mas adianta que os relatos apontam para uma confirmação de estatísticas da Polícia Civil, sendo os praticantes de religiões neopentecostais os principais violentadores dos templos de matriz africana.
"Não temos provas tangíveis, concretas, mas há um conjunto de indícios que constituem um quadro bastante claro", declarou a coordenadora.
O ataque de neopentecostais contra as religiões afro-brasileiras tem parte da explicação no próprio preconceito sofrido pelo grupo, segundo o teólogo da Igreja Presbiteriana de Copacabana, reverendo André Mello.
Ele explica que, para se afirmar, o grupo precisou "fazer barulho". Conquistou veículos de comunicação e amplificou as estratégias para se proteger e para angariar fiéis. "O problema é que o próprio campo religioso não sabe lidar com a diversidade", avaliou.
Religião mesclada com crimes
Por outro lado, segundo a PUC-Rio, as maiores vítimas são os candomblés da Baixada Fluminense. Embora os ataques precisem ser mais bem estudados, Denise Fonseca avalia que os praticantes acabam mais "visíveis para serem atacados" porque naturalmente exibem sinais de "pertença racial", ou seja, "é o fenótipo dos praticantes, os símbolos sagrados e o alinhamento aos valores do terreiro. Essa externalidade os torna alvos mais visíveis, mas não mais vulneráveis", explicou.
As agressões praticadas por facções criminosas também são denunciadas por sacerdotes, mas ainda não estão evidentes no mapeamento. Segundo o representante do conselho de lideranças religiosas que acompanha a pesquisa da PUC-Rio, pai Pedro Miranda, da União Espiritista de Umbanda do Brasil (Ueub), em alguns episódios, a intolerância reflete "interesses comerciais", já em outros, ocorre em função da influência de seguidores de religiões neopentecostais.
"Na zona norte, em comunidade dominada, traficantes impediam trabalhos em tendas porque o som dos atabaques atrapalhava o controle da chegada da polícia", disse pai Pedro, que, como representante do templo onde atua, responde a processo criminal por excesso de barulho durante suas cerimônias. "Em outra comunidade, na qual um segmento de evangélicos escondia um traficante, em troca, a facção criminosa impedia os templos de realizarem suas atividades", completou.
Discurso de violência
Há três anos, em um serviço pioneiro no país, responsável pelo acompanhamento de casos de intolerância religiosa no Rio, o delegado Henrique Pessoa, da 4ª Delegacia de Polícia, corrobora o dado da pesquisa.
"Maciçamente, os agressores são neopentecostais", disse. "Eles têm um discurso que acaba na violência", declarou, ao informar que recebe cerca de 40 denúncias por ano.
Em fase de conclusão, com a previsão de ser apresentado em 2012, o mapeamento da PUC-Rio também constatou que centenas de templos têm projetos de assistência social.
A maioria dá apoio a políticas públicas de distribuição de renda, suplementação alimentar para crianças, desenvolvem projetos de educação de jovens e adultos e de saúde.
Diário da saúde!!!
Recicladorum.blogspot.com
sábado, 19 de novembro de 2011
Dia da bandeira brasileira l9 de novembro!!!!
História do Dia da Bandeira
O Dia da Bandeira foi criado no ano de 1889, através do decreto lei número 4, em homenagem a este símbolo máximo da pátria. Como nossa bandeira foi instituída quatro dias após a Proclamação da República, comemoramos em 19 de novembro o Dia da Bandeira.
Nesta data ocorrem, no Brasil, diversos eventos e comemorações cívicas nas escolas, órgãos governamentais, clubes e outros locais públicos. É o momento de lembrarmos e homenagearmos o símbolo que representa nossa pátria. Estas comemorações ocorrem, geralmente, acompanhadas do Hino à Bandeira. Este lindo hino ressalta a beleza e explica o significado da bandeira nacional.
Curiosidades sobre a bandeira brasileira:
- Quando várias bandeiras são hasteadas em nosso país, a brasileira deve ser a primeira a chegar no topo do mastro e a última a descer.
- Quando uma bandeira brasileira fica velha, suja ou rasgada, deve ser imediatamente substituída por uma nova. A bandeira velha deve ser recolhida a uma unidade militar, que providenciará a queima da mesma no dia 19 de novembro.
- Caso a bandeira fique hasteada no período noturno, ela deve ser iluminada.
Informações gerais:
A letra do Hino à Bandeira foi escrito por Olavo Bilac e a música composta por Francisco Braga. Ele foi apresentando pela primeira vez em nove de novembro de 1906.
HINO À BANDEIRA
Salve lindo pendão da esperança!
Salve símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz. Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil! Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul. Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever,
E o Brasil por seus filhos amados,
poderoso e feliz há de ser! Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil! Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre sagrada bandeira
Pavilhão da justiça e do amor! Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Suapesquisa.com!!!
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Matemáticos revelam rede capitalista que domina o mundo!!!
Este gráfico mostra as interconexões entre o grupo de 1.318 empresas transnacionais que formam o núcleo da economia mundial. O tamanho de cada ponto representa o tamanho da receita de cada uma.[Imagem: Vitali et al.]
Além das ideologias
Conforme os protestos contra o capitalismo se espalham pelo mundo, os manifestantes vão ganhando novos argumentos.
Uma análise das relações entre 43.000 empresas transnacionais concluiu que um pequeno número delas - sobretudo bancos - tem um poder desproporcionalmente elevado sobre a economia global.
A conclusão é de três pesquisadores da área de sistemas complexos do Instituto Federal de Tecnologia de Lausanne, na Suíça.
Brasil precisa da Engenharia de Sistemas Complexos
Este é o primeiro estudo que vai além das ideologias e identifica empiricamente essa rede de poder global.
"A realidade é complexa demais, nós temos que ir além dos dogmas, sejam eles das teorias da conspiração ou do livre mercado," afirmou James Glattfelder, um dos autores do trabalho. "Nossa análise é baseada na realidade."
Rede de controle econômico mundial
A análise usa a mesma matemática empregada há décadas para criar modelos dos sistemas naturais e para a construção de simuladores dos mais diversos tipos. Agora ela foi usada para estudar dados corporativos disponíveis mundialmente.
O resultado é um mapa que traça a rede de controle entre as grandes empresas transnacionais em nível global.
Estudos anteriores já haviam identificado que algumas poucas empresas controlam grandes porções da economia, mas esses estudos incluíam um número limitado de empresas e não levavam em conta os controles indiretos de propriedade, não podendo, portanto, ser usados para dizer como a rede de controle econômico poderia afetar a economia mundial - tornando-a mais ou menos instável, por exemplo.
O novo estudo pode falar sobre isso com a autoridade de quem analisou uma base de dados com 37 milhões de empresas e investidores.
A análise identificou 43.060 grandes empresas transnacionais e traçou as conexões de controle acionário entre elas, construindo um modelo de poder econômico em escala mundial.
Poder econômico mundial
Refinando ainda mais os dados, o modelo final revelou um núcleo central de 1.318 grandes empresas com laços com duas ou mais outras empresas - na média, cada uma delas tem 20 conexões com outras empresas.
Mais do que isso, embora este núcleo central de poder econômico concentre apenas 20% das receitas globais de venda, as 1.318 empresas em conjunto detêm a maioria das ações das principais empresas do mundo - as chamadas blue chips nos mercados de ações.
Em outras palavras, elas detêm um controle sobre a economia real que atinge 60% de todas as vendas realizadas no mundo todo.
E isso não é tudo.
Super-entidade econômica
Quando os cientistas desfizeram o emaranhado dessa rede de propriedades cruzadas, eles identificaram uma "super-entidade" de 147 empresas intimamente inter-relacionadas que controla 40% da riqueza total daquele primeiro núcleo central de 1.318 empresas.
"Na verdade, menos de 1% das companhias controla 40% da rede inteira," diz Glattfelder.
E a maioria delas são bancos.
Os pesquisadores afirmam em seu estudo que a concentração de poder em si não é boa e nem ruim, mas essa interconexão pode ser.
Como o mundo viu durante a crise de 2008, essas redes são muito instáveis: basta que um dos nós tenha um problema sério para que o problema se propague automaticamente por toda a rede, levando consigo a economia mundial como um todo.
Eles ponderam, contudo, que essa super-entidade pode não ser o resultado de uma conspiração - 147 empresas seria um número grande demais para sustentar um conluio qualquer.
A questão real, colocam eles, é saber se esse núcleo global de poder econômico pode exercer um poder político centralizado intencionalmente.
Eles suspeitam que as empresas podem até competir entre si no mercado, mas agem em conjunto no interesse comum - e um dos maiores interesses seria resistir a mudanças na própria rede.
As 50 primeiras das 147 empresas transnacionais super conectadas
Barclays plc
Capital Group Companies Inc
FMR Corporation
AXA
State Street Corporation
JP Morgan Chase & Co
Legal & General Group plc
Vanguard Group Inc
UBS AG
Merrill Lynch & Co Inc
Wellington Management Co LLP
Deutsche Bank AG
Franklin Resources Inc
Credit Suisse Group
Walton Enterprises LLC
Bank of New York Mellon Corp
Natixis
Goldman Sachs Group Inc
T Rowe Price Group Inc
Legg Mason Inc
Morgan Stanley
Mitsubishi UFJ Financial Group Inc
Northern Trust Corporation
Société Générale
Bank of America Corporation
Lloyds TSB Group plc
Invesco plc
Allianz SE 29. TIAA
Old Mutual Public Limited Company
Aviva plc
Schroders plc
Dodge & Cox
Lehman Brothers Holdings Inc*
Sun Life Financial Inc
Standard Life plc
CNCE
Nomura Holdings Inc
The Depository Trust Company
Massachusetts Mutual Life Insurance
ING Groep NV
Brandes Investment Partners LP
Unicredito Italiano SPA
Deposit Insurance Corporation of Japan
Vereniging Aegon
BNP Paribas
Affiliated Managers Group Inc
Resona Holdings Inc
Capital Group International Inc
China Petrochemical Group Company
Bibliografia:
The network of global corporate control
Stefania Vitali, James B. Glattfelder, Stefano Battiston
arXiv
19 Sep 2011
http://arxiv.org/abs/1107.5728
Inovação técnogica!!!
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Bill Gates quer reinventar o vaso sanitário!!!
Banheiro sem água e sem esgoto
A Fundação Bill & Melinda Gates anunciou que irá custear uma pesquisa para "reinventar a privada".
O objetivo do projeto é desenvolver novas tecnologias para o processamento de dejetos humanos sem qualquer ligação a linhas de água, energia ou esgoto.
Para Gates, a privada ideal para os países em desenvolvimento deve ser auto-sustentável, de custo acessível e sem ligações a linhas de energia, água ou esgoto, que quase nunca estão disponíveis nas condições em que o novo sanitário deverá ser utilizado.
Plasma de micro-ondas
A tarefa de reinventar o vaso sanitário caberá a um grupo de cientistas e engenheiros da Universidade de Tecnologia de Delft, na Holanda, sob a coordenação do professor Georgios Stefanidis.
"Vamos aplicar a tecnologia de micro-ondas para transformar os dejetos humanos em eletricidade. A partir desta inovação, pretendemos idealizar o design e construir um protótipo modular para um banheiro completo que satisfaça as urgentes necessidades do mundo em desenvolvimento," afirmou Stefanidis.
Inicialmente os dejetos humanos serão secos. Em seguida, os resíduos sólidos serão gaseificados utilizando plasma, criado por micro-ondas em um reator apropriado.
Este processo vai gerar o chamado gás de síntese, uma mistura de monóxido de carbono (CO) e hidrogênio (H2). O gás de síntese será então usado para alimentar um conjunto de células de combustível de óxidos sólidos (SOFC: solid oxide fuel cell) para a geração de eletricidade.
"Para que o processo seja energeticamente auto-suficiente, parte da eletricidade produzida será usada para ativar a gaseificação a plasma, enquanto o calor recuperado do fluxo de gás de síntese e dos gases de escape das células de combustível será usado para a secagem dos resíduos," explica o pesquisador.
Privada barata
Aproximadamente 2,6 bilhões de pessoas em todo o mundo não têm acesso ao saneamento básico. O impacto negativo dessa situação sobre a saúde dessas populações é enorme.
Para mudar esta situação, Bill Gates e sua esposa acreditam que a solução é reinventar o vaso sanitário.
E, como o projeto é voltado para atender às necessidades dos países em desenvolvimento, uma das exigências é que o banheiro sem água e sem esgoto possa ser construído a custos acessíveis.
Inovação tecnológica!!!
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Brasil: apoie o cacique Raoni, chega de injustiças!!!
Caros amigos brasileiros,
A presidente Dilma deu o sinal verde para a construção da barragem de
Belo Monte que destruirá enormes áreas da Amazônia. O cacique Raoni,
chefe do povo caiapó, jurou lutar contra a usina até o fim. Vamos
apoiá-lo como brasileiros e enviar uma inundação de telefonemas à
presidenta Dilma, instando-a a impedir Belo Monte e salvar a Amazônia
agora!
[image: LigueAgora!]
A presidente Dilma acabou de aprovar a construção de Belo Monte, a
usina que irá devastar parte do Xingu, na Amazônia, e o futuro do povo
caiapó. O chefe deles, cacique Raoni, lançou um chamado, jurando lutar
contra a usina até o fim. Sua coragem está inspirando milhões de
brasileiros a agir para impedir Belo Monte, e nós podemos ajudar a
fazer a diferença.
Nos dias seguintes ao anúncio, uma crescente onda de protestos varreu
o país e ontem o Ministério Público Federal do Pará entrou com a 11a.
ação civil criminal contra Belo Monte pelo não cumprimento de medidas
prévias exigidas para preparar a região para os impactos
sócio-ambientais. A pressão sobre a presidente Dilma está se
intensificando e se mais brasileiros agirem, nós podemos ter um
impacto importante em conseguir reverter a situação.
O governo ainda pode impedir Belo Monte e desenvolver estratégias de
energia alternativa sem destruir a Amazônia nem violar os direitos dos
povos indígenas e ribeirinhos da região, mas isso só vai acontecer se
um número suficiente de brasileiros se manifestarem. Nos próximos
dias, vamos apoiar o cacique Raoni telefonando intensamente para a
presidenta Dilma pedindo para ela salvar a Amazônia. Veja abaixo o
número para o qual ligar e o que dizer. Depois de ligar, veja abaixo o
link para compartilhar os detalhes de sua chamada com milhares de
brasileiros.
Estes são os números de telefone para ligar para a presidente Dilma
(61) 3411-1225
(61) 3411-1200
(61) 3411-1201
Aqui estão algumas sugestões do que dizer – lembre de ser educado e
respeitoso ao ligar.
Eu estou ligando para insistir que o projeto da usina de Belo Monte
seja interrompido
Construir a usina destruirá 400.000 acres de floresta tropical
Amazônica - um desastre para animais, plantas, e pessoas que dependem
desse ecossistema sensível para viver
40% dos requisitos em saúde, educação, saneamento e proteção às terras
indígenas não estão sendo garantidos pelo consórcio Norte Energia S.A.
(NESA)
Violência e especulação de terras cresceram nos últimos meses enquanto
saúde, educação e saneamento são escassos na área de Belo Monte
Nós devemos impedir Belo Monte agora, antes que o povo caiapó tome
medidas desesperadas e arrisque suas vidas por causa da usina de Belo
Monte
Se não conseguir completar a ligação, continue tentando -- isso
significa que estamos congestionando as linhas e tendo um impacto.
Depois de fazer sua ligação, clique abaixo para compartilhar os
detalhes de sua ligação:
http://www.avaaz.org/po/stand_with_chief_raoni/?vl
O Brasil tem o potencial de ser o maior líder mundial em proteção
ambiental, e no ano que vem vai sediar o Rio+20. Porém neste momento,
quando outras nações olham para o Brasil, elas vêem um país prestes a
destruir florestas tropicais com as alterações no Código Florestal e
tirar à força as pessoas de suas terras. Juntos nós podemos salvar a
reputação do Brasil pedindo para a presidente Dilma defender o meio
ambiente -- e construir um futuro de que todos nós, das tribos ao
longo do Xingú aos netos das famílias urbanas, podemos ter orgulho.
Com esperança,
Ben, Iain, Ricken, Laura, Graziela e toda a equipe Avaaz
Mais informações:
Ibama concede licença e obra da usina Belo Monte é iniciada
http://www.dci.com.br/Ibama-concede-licenca-e-obra-da-usina-Belo-Monte-e-iniciada-1-376000.html
Cientistas encaminham a Dilma Rousseff protesto contra Belo Monte
http://g1.globo.com/natureza/noticia/2011/06/cientistas-encaminham-dilma-rousseff-protesto-contra-belo-monte.html
Assembléia Geral da OEA recebe denúncia sobre Belo Monte
http://www.xinguvivo.org.br/2011/06/06/assembleia-geral-da-oea-recebe-denuncia-sobre-belo-monte/
Ibama ignora MPF e OEA e libera licença para obras de Belo Monte no Rio Xingu
http://www.socioambiental.org/nsa/detalhe?id=3350
MPF ajuiza a 11ª ação civil pública contra Belo Monte
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/06/06/mpf-ajuiza-a-11-acao-civil-publica-contra-belo-monte.jhtm
Nós, indígenas do Xingu, não queremos Belo Monte :: Cacique Bet Kamati
Kayapó, Cacique Raoni Kayapó Yakareti Juruna
http://www.noticiasdaamazonia.com.br/11999-nos-indigenas-do-xingu-nao-queremos-belo-monte-cacique-bet-kamati-kayapo-cacique-raoni-kayapo-yakareti-juruna/
MP diz que governo quer intimidar procuradores no caso Belo Monte
http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios+industria,mp-diz-que-governo-quer-intimidar-procuradores-no-caso-belo-monte,68838,0.htm
Os nossos irmãos indios são os verdadeiros erdeiros destas terras,por justiça,por direito e por Deus que os criou e os faz estar neste lugar, não apoie injustiças, amanha pode ser contra voçe
o brasil enterra 200.000 milhões de lixo dia porque não gerar energia a partir deste lixo que fica por a destruindo a natureza não apoie esses inresponsaveis querem destruir ainda mais por ganancia ambição ou inconpetencia humana mesmo!!!
crivo acima de Charles lopes o reciclador!!!
A presidente Dilma deu o sinal verde para a construção da barragem de
Belo Monte que destruirá enormes áreas da Amazônia. O cacique Raoni,
chefe do povo caiapó, jurou lutar contra a usina até o fim. Vamos
apoiá-lo como brasileiros e enviar uma inundação de telefonemas à
presidenta Dilma, instando-a a impedir Belo Monte e salvar a Amazônia
agora!
[image: LigueAgora!]
A presidente Dilma acabou de aprovar a construção de Belo Monte, a
usina que irá devastar parte do Xingu, na Amazônia, e o futuro do povo
caiapó. O chefe deles, cacique Raoni, lançou um chamado, jurando lutar
contra a usina até o fim. Sua coragem está inspirando milhões de
brasileiros a agir para impedir Belo Monte, e nós podemos ajudar a
fazer a diferença.
Nos dias seguintes ao anúncio, uma crescente onda de protestos varreu
o país e ontem o Ministério Público Federal do Pará entrou com a 11a.
ação civil criminal contra Belo Monte pelo não cumprimento de medidas
prévias exigidas para preparar a região para os impactos
sócio-ambientais. A pressão sobre a presidente Dilma está se
intensificando e se mais brasileiros agirem, nós podemos ter um
impacto importante em conseguir reverter a situação.
O governo ainda pode impedir Belo Monte e desenvolver estratégias de
energia alternativa sem destruir a Amazônia nem violar os direitos dos
povos indígenas e ribeirinhos da região, mas isso só vai acontecer se
um número suficiente de brasileiros se manifestarem. Nos próximos
dias, vamos apoiar o cacique Raoni telefonando intensamente para a
presidenta Dilma pedindo para ela salvar a Amazônia. Veja abaixo o
número para o qual ligar e o que dizer. Depois de ligar, veja abaixo o
link para compartilhar os detalhes de sua chamada com milhares de
brasileiros.
Estes são os números de telefone para ligar para a presidente Dilma
(61) 3411-1225
(61) 3411-1200
(61) 3411-1201
Aqui estão algumas sugestões do que dizer – lembre de ser educado e
respeitoso ao ligar.
Eu estou ligando para insistir que o projeto da usina de Belo Monte
seja interrompido
Construir a usina destruirá 400.000 acres de floresta tropical
Amazônica - um desastre para animais, plantas, e pessoas que dependem
desse ecossistema sensível para viver
40% dos requisitos em saúde, educação, saneamento e proteção às terras
indígenas não estão sendo garantidos pelo consórcio Norte Energia S.A.
(NESA)
Violência e especulação de terras cresceram nos últimos meses enquanto
saúde, educação e saneamento são escassos na área de Belo Monte
Nós devemos impedir Belo Monte agora, antes que o povo caiapó tome
medidas desesperadas e arrisque suas vidas por causa da usina de Belo
Monte
Se não conseguir completar a ligação, continue tentando -- isso
significa que estamos congestionando as linhas e tendo um impacto.
Depois de fazer sua ligação, clique abaixo para compartilhar os
detalhes de sua ligação:
http://www.avaaz.org/po/stand_with_chief_raoni/?vl
O Brasil tem o potencial de ser o maior líder mundial em proteção
ambiental, e no ano que vem vai sediar o Rio+20. Porém neste momento,
quando outras nações olham para o Brasil, elas vêem um país prestes a
destruir florestas tropicais com as alterações no Código Florestal e
tirar à força as pessoas de suas terras. Juntos nós podemos salvar a
reputação do Brasil pedindo para a presidente Dilma defender o meio
ambiente -- e construir um futuro de que todos nós, das tribos ao
longo do Xingú aos netos das famílias urbanas, podemos ter orgulho.
Com esperança,
Ben, Iain, Ricken, Laura, Graziela e toda a equipe Avaaz
Mais informações:
Ibama concede licença e obra da usina Belo Monte é iniciada
http://www.dci.com.br/Ibama-concede-licenca-e-obra-da-usina-Belo-Monte-e-iniciada-1-376000.html
Cientistas encaminham a Dilma Rousseff protesto contra Belo Monte
http://g1.globo.com/natureza/noticia/2011/06/cientistas-encaminham-dilma-rousseff-protesto-contra-belo-monte.html
Assembléia Geral da OEA recebe denúncia sobre Belo Monte
http://www.xinguvivo.org.br/2011/06/06/assembleia-geral-da-oea-recebe-denuncia-sobre-belo-monte/
Ibama ignora MPF e OEA e libera licença para obras de Belo Monte no Rio Xingu
http://www.socioambiental.org/nsa/detalhe?id=3350
MPF ajuiza a 11ª ação civil pública contra Belo Monte
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/06/06/mpf-ajuiza-a-11-acao-civil-publica-contra-belo-monte.jhtm
Nós, indígenas do Xingu, não queremos Belo Monte :: Cacique Bet Kamati
Kayapó, Cacique Raoni Kayapó Yakareti Juruna
http://www.noticiasdaamazonia.com.br/11999-nos-indigenas-do-xingu-nao-queremos-belo-monte-cacique-bet-kamati-kayapo-cacique-raoni-kayapo-yakareti-juruna/
MP diz que governo quer intimidar procuradores no caso Belo Monte
http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios+industria,mp-diz-que-governo-quer-intimidar-procuradores-no-caso-belo-monte,68838,0.htm
Os nossos irmãos indios são os verdadeiros erdeiros destas terras,por justiça,por direito e por Deus que os criou e os faz estar neste lugar, não apoie injustiças, amanha pode ser contra voçe
o brasil enterra 200.000 milhões de lixo dia porque não gerar energia a partir deste lixo que fica por a destruindo a natureza não apoie esses inresponsaveis querem destruir ainda mais por ganancia ambição ou inconpetencia humana mesmo!!!
crivo acima de Charles lopes o reciclador!!!
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Urgente - CONVITE AUDIÊNCIA PÚBLICA ATERRO SANITÁRIO DE SEROPÉDICA - dia 27 de Maio """
SEGUE CONVITE P/ AMPLA DIVULGAÇÃO:
ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
AS COMISSÕES DE SANEAMENTO AMBIENTAL, MEIO AMBIENTE E SAÚDE
TÊM O PRAZER DE CONVIDAR PARA A
AUDIÊNCIA PÚBLICA QUE TEM COMO TEMA:
ATERRO SANITÁRIO DE SEROPÉDICA
x
PROTEÇÃO DO AQUIFERO PIRANEMA
27 DE MAIO DE 2011 - ÀS 10 h
NO PLENÁRIO BARBOSA LIMA SOBRINHO
PALÁCIO TIRADENTES
Rua Primeiro de Março s/n° - Praça XV
Centro - Rio de Janeiro - RJ
Exerçam seu direito ao meio ambiente equilibrado!!!
Se manifestem pelo futuro das próximas gerações!
PARTICIPEM! ÔNIBUS SAINDO DA PRAÇA DE SEROPÉDICA KM 49 ÀS 7:00 DA MANHÃ.
Audiência Pública - Sobre o Aterro Sanitário de Seropédica - Dia 27 de maio de 2011!!!
Prezados,
Conforme histórico abaixo, recebemos o comunicado da ALERJ - Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro que no dia 27 de maio (sexta-feira) às 10h, no Plenário Barbosa Lima Sobrinho, haverá Audiência Pública sobre o Aterro Sanitário de Seropédica.
Gostaríamos de contar com a participação da cadeia produtiva de reciclagem dos materiais, que serão aterrados por falta da implantação da coleta seletiva e por falta de logística de transporte para os materiais recicláveis nos diversos municípios do estado do Rio de Janeiro, que correspondem a fração dos resíduos urbanos, que equivalem aos resíduos residenciais e comerciais e que atualmente com a PNRS - Política Nacional de Resíduos Sólidos é de responsabilidade compartilhada de todos os cidadãos.
Caso não façamos nenhum movimento de indignação e cobrança de cumprimento dos gestores públicos em implantarem Gestão de Resíduos nos municípios, em atendimento a PNRS, os materiais recicláveis que são a matéria prima do setor de reciclagem, serão aterrados.
Confirme a sua participação, envie para as pessoas que queiram participar, para instituições ambientalistas e para profissionais da área ambiental que sabem das consequencias e dos riscos da existência do Aterro sobre o aquífero de Piranema.
Audiência pública é para o cidadão, instituições e o poder público se manifestarem. A nossa presença é fundamental para que os políticos que nos representam se posicionem a nosso favor. Levem faixas, cartazes e grupo de pessoas.
Prezada Adriana.
Os empresários do setor de reciclagem, os quais representamos estão bastante preocupados com a questão ambiental, social e o descaso quanto ao fato de fechando do lixão sem a coleta seletiva instalada no estado do Rio de Janeiro. O que era coletado em Gramacho será aterrado em Seropédica.
Você sabe dizer quando acontecerá a próxima audiência pública sobre o CTR de Seropédica?
Para podermos mobilizar os empresários do setor de reciclagem, catadores, Universidade Federal local, a UFRJ e os profissionais da área ambiental que estão preocupados com esse novo descaso da gestão pública na gestão de resíduos sólidos.
Att,
Cristiane Pereira
Considerado pelos defensores o projeto mais moderno de aterro sanitário da América Latina, Seropédica receberá 9 mil toneladas diárias de lixo da cidade do Rio de Janeiro. O começo parcial das operações está previsto para maio. Entretanto, a polêmica em torno da sua implementação continua. Há pelo menos oito anos brigam os governos locais e o estadual, a favor, e grupos de Seropédica, que se opõem à sua construção no município. Antes da inauguração, ainda haverá uma audiência pública para debater o assunto na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).
O novo aterro substitui Gramacho, em Duque de Caxias, que, além das péssimas condições, está sendo encerrado após extrapolar a sua capacidade. Seropédica é um mega empreendimento de 400 milhões de reais, que será administrado pela Ciclus, que obteve a concessão pública da Comlurb (Companhia Municipal de Limpeza Urbana) para explorar o serviço. A Ciclus é uma sociedade entre as empresas Júlio Simões e Haztec.
“As obras estão terminando e quando começar a operação, a ideia é erradicar rapidamente os dois lixões de Seropédica e Itaguaí, muito problemáticos, e começar a receber os resíduos desses municípios junto com os da cidade do Rio”, disse a O ECO a superintendente da Haztec, Adriana Felipetto, à frente do projeto.
De lixo à energia elétrica
A meta é fazer da nova central não apenas um local para despejo de lixo, mas para gerar energia elétrica através de biomassa, queimando o metano emanado pela decomposição do lixo. Essa forma de geração de energia não tem impactos negativos sobre o meio ambiente, garante Felipetto. Em Seropédica, a transformação do gás poderá gerar 30 megawatts de eletricidade, o suficiente para iluminar uma cidade com cerca de 100 mil habitantes. Ela também defende que o novo aterro é seguro e usa a melhor tecnologia disponível. Um aterro sanitário para lixo urbano é normalmente feito com argila e uma camada de manto de polietileno de alta densidade (PEAD) resistente a infiltrações. “Seropédica se destaca porque tem um sistema de drenagem e uma tripla cobertura de impermeabilização. Estamos instalando um aterro para resíduos urbanos com um metro de argila compactada, depois uma camada de manta PEAD, areia, argila de novo, eletrodos e ainda outra manta. Ou seja, zero contato com o solo e, além disso, os sensores estarão ligados a um sistema informatizado online em que qualquer vazamento de chorume será detectado e localizado”, assegurou.
Aterro sobre lençol freático
Entretanto, a instalação de um aterro desse porte em Seropédica preocupa a população do município. Para o engenheiro Cícero Pimenteira, do Programa de Planejamento Energético da Coppe-UFRJ, forte opositor ao projeto, “a administração pública escolheu a pior área para instalar um aterro sanitário, pois lá também está a reserva estratégica de água para o estado do Rio. O aterro está sobre o aquífero Piranema”.
Apesar das explicações técnicas e tecnológicas de que o lixo não entrará em contato com o solo, Pimenteira é enfático ao levantar a possibilidade de que, em 20 anos (metade da vida útil do aterro), o manto impermeabilizante possa falhar. Se isso acontecer, “o lixo vai comprometer o lençol freático”. Ele descreve como assustador o cenário do lixão de Gramacho, que já deveria ter sido encerrado há mais de 10 anos. Gramacho tem 45 metros de altura de lixo exposto e mais 15 metros que afundou no mangue sem que o solo fosse protegido. “Em Seropédica, nos primeiros 10 anos, a pilha terá 20 metros de altura. A minha pergunta é: o que fazer depois que os eletrodos detectarem o vazamento de chorume no solo e no aquífero? Os acidentes ocorrem a partir do que os engenheiros não puderam prever”, alerta. O alto índice pluviométrico em Seropédica é outro agravante do aterro. “É como se estivéssemos injetando veneno na água para as gerações futuras que a consumirão”. Além disso, há outros riscos como a proximidade do porto de Sepetiba e da linha férrea, que podem levar a tentativa de burlar a proibição de importar lixo de outros municípios e estados.
Outro foco de resistência ao projeto é a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), onde estudam mais de 12 mil alunos e que estará a uma distância apenas de quatro quilômetros do aterro. “O impacto sobre a universidade e sobre o município é enorme. Quase mil caminhões circularão pelas vias, uma delas a Rio-São Paulo, que já é precária”, diz Ana Cristina dos Santos, presidente do sindicato de docentes da universidade (Adurrj). “Serão nove mil toneladas diárias despejadas em Seropédica, um dos municípios mais pobres e de mais baixo IDH do estado”.
http://www.oecocidades.com/2011/04/11/a-beira-da-inauguracao-aterro-de-seropedica-ainda-e-polemico/
--
Atenciosamente,
Cristiane Pereira
Diretoria
www.sindieco.org.br
cristiane@sindieco.org.br
Nextel: 7895-6165 ID: 90031*26
Telefax: (21) 2671-7639
Conforme histórico abaixo, recebemos o comunicado da ALERJ - Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro que no dia 27 de maio (sexta-feira) às 10h, no Plenário Barbosa Lima Sobrinho, haverá Audiência Pública sobre o Aterro Sanitário de Seropédica.
Gostaríamos de contar com a participação da cadeia produtiva de reciclagem dos materiais, que serão aterrados por falta da implantação da coleta seletiva e por falta de logística de transporte para os materiais recicláveis nos diversos municípios do estado do Rio de Janeiro, que correspondem a fração dos resíduos urbanos, que equivalem aos resíduos residenciais e comerciais e que atualmente com a PNRS - Política Nacional de Resíduos Sólidos é de responsabilidade compartilhada de todos os cidadãos.
Caso não façamos nenhum movimento de indignação e cobrança de cumprimento dos gestores públicos em implantarem Gestão de Resíduos nos municípios, em atendimento a PNRS, os materiais recicláveis que são a matéria prima do setor de reciclagem, serão aterrados.
Confirme a sua participação, envie para as pessoas que queiram participar, para instituições ambientalistas e para profissionais da área ambiental que sabem das consequencias e dos riscos da existência do Aterro sobre o aquífero de Piranema.
Audiência pública é para o cidadão, instituições e o poder público se manifestarem. A nossa presença é fundamental para que os políticos que nos representam se posicionem a nosso favor. Levem faixas, cartazes e grupo de pessoas.
Prezada Adriana.
Os empresários do setor de reciclagem, os quais representamos estão bastante preocupados com a questão ambiental, social e o descaso quanto ao fato de fechando do lixão sem a coleta seletiva instalada no estado do Rio de Janeiro. O que era coletado em Gramacho será aterrado em Seropédica.
Você sabe dizer quando acontecerá a próxima audiência pública sobre o CTR de Seropédica?
Para podermos mobilizar os empresários do setor de reciclagem, catadores, Universidade Federal local, a UFRJ e os profissionais da área ambiental que estão preocupados com esse novo descaso da gestão pública na gestão de resíduos sólidos.
Att,
Cristiane Pereira
Considerado pelos defensores o projeto mais moderno de aterro sanitário da América Latina, Seropédica receberá 9 mil toneladas diárias de lixo da cidade do Rio de Janeiro. O começo parcial das operações está previsto para maio. Entretanto, a polêmica em torno da sua implementação continua. Há pelo menos oito anos brigam os governos locais e o estadual, a favor, e grupos de Seropédica, que se opõem à sua construção no município. Antes da inauguração, ainda haverá uma audiência pública para debater o assunto na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).
O novo aterro substitui Gramacho, em Duque de Caxias, que, além das péssimas condições, está sendo encerrado após extrapolar a sua capacidade. Seropédica é um mega empreendimento de 400 milhões de reais, que será administrado pela Ciclus, que obteve a concessão pública da Comlurb (Companhia Municipal de Limpeza Urbana) para explorar o serviço. A Ciclus é uma sociedade entre as empresas Júlio Simões e Haztec.
“As obras estão terminando e quando começar a operação, a ideia é erradicar rapidamente os dois lixões de Seropédica e Itaguaí, muito problemáticos, e começar a receber os resíduos desses municípios junto com os da cidade do Rio”, disse a O ECO a superintendente da Haztec, Adriana Felipetto, à frente do projeto.
De lixo à energia elétrica
A meta é fazer da nova central não apenas um local para despejo de lixo, mas para gerar energia elétrica através de biomassa, queimando o metano emanado pela decomposição do lixo. Essa forma de geração de energia não tem impactos negativos sobre o meio ambiente, garante Felipetto. Em Seropédica, a transformação do gás poderá gerar 30 megawatts de eletricidade, o suficiente para iluminar uma cidade com cerca de 100 mil habitantes. Ela também defende que o novo aterro é seguro e usa a melhor tecnologia disponível. Um aterro sanitário para lixo urbano é normalmente feito com argila e uma camada de manto de polietileno de alta densidade (PEAD) resistente a infiltrações. “Seropédica se destaca porque tem um sistema de drenagem e uma tripla cobertura de impermeabilização. Estamos instalando um aterro para resíduos urbanos com um metro de argila compactada, depois uma camada de manta PEAD, areia, argila de novo, eletrodos e ainda outra manta. Ou seja, zero contato com o solo e, além disso, os sensores estarão ligados a um sistema informatizado online em que qualquer vazamento de chorume será detectado e localizado”, assegurou.
Aterro sobre lençol freático
Entretanto, a instalação de um aterro desse porte em Seropédica preocupa a população do município. Para o engenheiro Cícero Pimenteira, do Programa de Planejamento Energético da Coppe-UFRJ, forte opositor ao projeto, “a administração pública escolheu a pior área para instalar um aterro sanitário, pois lá também está a reserva estratégica de água para o estado do Rio. O aterro está sobre o aquífero Piranema”.
Apesar das explicações técnicas e tecnológicas de que o lixo não entrará em contato com o solo, Pimenteira é enfático ao levantar a possibilidade de que, em 20 anos (metade da vida útil do aterro), o manto impermeabilizante possa falhar. Se isso acontecer, “o lixo vai comprometer o lençol freático”. Ele descreve como assustador o cenário do lixão de Gramacho, que já deveria ter sido encerrado há mais de 10 anos. Gramacho tem 45 metros de altura de lixo exposto e mais 15 metros que afundou no mangue sem que o solo fosse protegido. “Em Seropédica, nos primeiros 10 anos, a pilha terá 20 metros de altura. A minha pergunta é: o que fazer depois que os eletrodos detectarem o vazamento de chorume no solo e no aquífero? Os acidentes ocorrem a partir do que os engenheiros não puderam prever”, alerta. O alto índice pluviométrico em Seropédica é outro agravante do aterro. “É como se estivéssemos injetando veneno na água para as gerações futuras que a consumirão”. Além disso, há outros riscos como a proximidade do porto de Sepetiba e da linha férrea, que podem levar a tentativa de burlar a proibição de importar lixo de outros municípios e estados.
Outro foco de resistência ao projeto é a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), onde estudam mais de 12 mil alunos e que estará a uma distância apenas de quatro quilômetros do aterro. “O impacto sobre a universidade e sobre o município é enorme. Quase mil caminhões circularão pelas vias, uma delas a Rio-São Paulo, que já é precária”, diz Ana Cristina dos Santos, presidente do sindicato de docentes da universidade (Adurrj). “Serão nove mil toneladas diárias despejadas em Seropédica, um dos municípios mais pobres e de mais baixo IDH do estado”.
http://www.oecocidades.com/2011/04/11/a-beira-da-inauguracao-aterro-de-seropedica-ainda-e-polemico/
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Atenciosamente,
Cristiane Pereira
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Nextel: 7895-6165 ID: 90031*26
Telefax: (21) 2671-7639
Audiência Pública - Sobre o Aterro Sanitário de Seropédica - Dia 27 de maio de 2011!!!
Prezados,
Conforme histórico abaixo, recebemos o comunicado da ALERJ - Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro que no dia 27 de maio (sexta-feira) às 10h, no Plenário Barbosa Lima Sobrinho, haverá Audiência Pública sobre o Aterro Sanitário de Seropédica.
Gostaríamos de contar com a participação da cadeia produtiva de reciclagem dos materiais, que serão aterrados por falta da implantação da coleta seletiva e por falta de logística de transporte para os materiais recicláveis nos diversos municípios do estado do Rio de Janeiro, que correspondem a fração dos resíduos urbanos, que equivalem aos resíduos residenciais e comerciais e que atualmente com a PNRS - Política Nacional de Resíduos Sólidos é de responsabilidade compartilhada de todos os cidadãos.
Caso não façamos nenhum movimento de indignação e cobrança de cumprimento dos gestores públicos em implantarem Gestão de Resíduos nos municípios, em atendimento a PNRS, os materiais recicláveis que são a matéria prima do setor de reciclagem, serão aterrados.
Confirme a sua participação, envie para as pessoas que queiram participar, para instituições ambientalistas e para profissionais da área ambiental que sabem das consequencias e dos riscos da existência do Aterro sobre o aquífero de Piranema.
Audiência pública é para o cidadão, instituições e o poder público se manifestarem. A nossa presença é fundamental para que os políticos que nos representam se posicionem a nosso favor. Levem faixas, cartazes e grupo de pessoas.
Prezada Adriana.
Os empresários do setor de reciclagem, os quais representamos estão bastante preocupados com a questão ambiental, social e o descaso quanto ao fato de fechando do lixão sem a coleta seletiva instalada no estado do Rio de Janeiro. O que era coletado em Gramacho será aterrado em Seropédica.
Você sabe dizer quando acontecerá a próxima audiência pública sobre o CTR de Seropédica?
Para podermos mobilizar os empresários do setor de reciclagem, catadores, Universidade Federal local, a UFRJ e os profissionais da área ambiental que estão preocupados com esse novo descaso da gestão pública na gestão de resíduos sólidos.
Att,
Cristiane Pereira
Considerado pelos defensores o projeto mais moderno de aterro sanitário da América Latina, Seropédica receberá 9 mil toneladas diárias de lixo da cidade do Rio de Janeiro. O começo parcial das operações está previsto para maio. Entretanto, a polêmica em torno da sua implementação continua. Há pelo menos oito anos brigam os governos locais e o estadual, a favor, e grupos de Seropédica, que se opõem à sua construção no município. Antes da inauguração, ainda haverá uma audiência pública para debater o assunto na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).
O novo aterro substitui Gramacho, em Duque de Caxias, que, além das péssimas condições, está sendo encerrado após extrapolar a sua capacidade. Seropédica é um mega empreendimento de 400 milhões de reais, que será administrado pela Ciclus, que obteve a concessão pública da Comlurb (Companhia Municipal de Limpeza Urbana) para explorar o serviço. A Ciclus é uma sociedade entre as empresas Júlio Simões e Haztec.
“As obras estão terminando e quando começar a operação, a ideia é erradicar rapidamente os dois lixões de Seropédica e Itaguaí, muito problemáticos, e começar a receber os resíduos desses municípios junto com os da cidade do Rio”, disse a O ECO a superintendente da Haztec, Adriana Felipetto, à frente do projeto.
De lixo à energia elétrica
A meta é fazer da nova central não apenas um local para despejo de lixo, mas para gerar energia elétrica através de biomassa, queimando o metano emanado pela decomposição do lixo. Essa forma de geração de energia não tem impactos negativos sobre o meio ambiente, garante Felipetto. Em Seropédica, a transformação do gás poderá gerar 30 megawatts de eletricidade, o suficiente para iluminar uma cidade com cerca de 100 mil habitantes. Ela também defende que o novo aterro é seguro e usa a melhor tecnologia disponível. Um aterro sanitário para lixo urbano é normalmente feito com argila e uma camada de manto de polietileno de alta densidade (PEAD) resistente a infiltrações. “Seropédica se destaca porque tem um sistema de drenagem e uma tripla cobertura de impermeabilização. Estamos instalando um aterro para resíduos urbanos com um metro de argila compactada, depois uma camada de manta PEAD, areia, argila de novo, eletrodos e ainda outra manta. Ou seja, zero contato com o solo e, além disso, os sensores estarão ligados a um sistema informatizado online em que qualquer vazamento de chorume será detectado e localizado”, assegurou.
Aterro sobre lençol freático
Entretanto, a instalação de um aterro desse porte em Seropédica preocupa a população do município. Para o engenheiro Cícero Pimenteira, do Programa de Planejamento Energético da Coppe-UFRJ, forte opositor ao projeto, “a administração pública escolheu a pior área para instalar um aterro sanitário, pois lá também está a reserva estratégica de água para o estado do Rio. O aterro está sobre o aquífero Piranema”.
Apesar das explicações técnicas e tecnológicas de que o lixo não entrará em contato com o solo, Pimenteira é enfático ao levantar a possibilidade de que, em 20 anos (metade da vida útil do aterro), o manto impermeabilizante possa falhar. Se isso acontecer, “o lixo vai comprometer o lençol freático”. Ele descreve como assustador o cenário do lixão de Gramacho, que já deveria ter sido encerrado há mais de 10 anos. Gramacho tem 45 metros de altura de lixo exposto e mais 15 metros que afundou no mangue sem que o solo fosse protegido. “Em Seropédica, nos primeiros 10 anos, a pilha terá 20 metros de altura. A minha pergunta é: o que fazer depois que os eletrodos detectarem o vazamento de chorume no solo e no aquífero? Os acidentes ocorrem a partir do que os engenheiros não puderam prever”, alerta. O alto índice pluviométrico em Seropédica é outro agravante do aterro. “É como se estivéssemos injetando veneno na água para as gerações futuras que a consumirão”. Além disso, há outros riscos como a proximidade do porto de Sepetiba e da linha férrea, que podem levar a tentativa de burlar a proibição de importar lixo de outros municípios e estados.
Outro foco de resistência ao projeto é a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), onde estudam mais de 12 mil alunos e que estará a uma distância apenas de quatro quilômetros do aterro. “O impacto sobre a universidade e sobre o município é enorme. Quase mil caminhões circularão pelas vias, uma delas a Rio-São Paulo, que já é precária”, diz Ana Cristina dos Santos, presidente do sindicato de docentes da universidade (Adurrj). “Serão nove mil toneladas diárias despejadas em Seropédica, um dos municípios mais pobres e de mais baixo IDH do estado”.
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Conforme histórico abaixo, recebemos o comunicado da ALERJ - Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro que no dia 27 de maio (sexta-feira) às 10h, no Plenário Barbosa Lima Sobrinho, haverá Audiência Pública sobre o Aterro Sanitário de Seropédica.
Gostaríamos de contar com a participação da cadeia produtiva de reciclagem dos materiais, que serão aterrados por falta da implantação da coleta seletiva e por falta de logística de transporte para os materiais recicláveis nos diversos municípios do estado do Rio de Janeiro, que correspondem a fração dos resíduos urbanos, que equivalem aos resíduos residenciais e comerciais e que atualmente com a PNRS - Política Nacional de Resíduos Sólidos é de responsabilidade compartilhada de todos os cidadãos.
Caso não façamos nenhum movimento de indignação e cobrança de cumprimento dos gestores públicos em implantarem Gestão de Resíduos nos municípios, em atendimento a PNRS, os materiais recicláveis que são a matéria prima do setor de reciclagem, serão aterrados.
Confirme a sua participação, envie para as pessoas que queiram participar, para instituições ambientalistas e para profissionais da área ambiental que sabem das consequencias e dos riscos da existência do Aterro sobre o aquífero de Piranema.
Audiência pública é para o cidadão, instituições e o poder público se manifestarem. A nossa presença é fundamental para que os políticos que nos representam se posicionem a nosso favor. Levem faixas, cartazes e grupo de pessoas.
Prezada Adriana.
Os empresários do setor de reciclagem, os quais representamos estão bastante preocupados com a questão ambiental, social e o descaso quanto ao fato de fechando do lixão sem a coleta seletiva instalada no estado do Rio de Janeiro. O que era coletado em Gramacho será aterrado em Seropédica.
Você sabe dizer quando acontecerá a próxima audiência pública sobre o CTR de Seropédica?
Para podermos mobilizar os empresários do setor de reciclagem, catadores, Universidade Federal local, a UFRJ e os profissionais da área ambiental que estão preocupados com esse novo descaso da gestão pública na gestão de resíduos sólidos.
Att,
Cristiane Pereira
Considerado pelos defensores o projeto mais moderno de aterro sanitário da América Latina, Seropédica receberá 9 mil toneladas diárias de lixo da cidade do Rio de Janeiro. O começo parcial das operações está previsto para maio. Entretanto, a polêmica em torno da sua implementação continua. Há pelo menos oito anos brigam os governos locais e o estadual, a favor, e grupos de Seropédica, que se opõem à sua construção no município. Antes da inauguração, ainda haverá uma audiência pública para debater o assunto na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).
O novo aterro substitui Gramacho, em Duque de Caxias, que, além das péssimas condições, está sendo encerrado após extrapolar a sua capacidade. Seropédica é um mega empreendimento de 400 milhões de reais, que será administrado pela Ciclus, que obteve a concessão pública da Comlurb (Companhia Municipal de Limpeza Urbana) para explorar o serviço. A Ciclus é uma sociedade entre as empresas Júlio Simões e Haztec.
“As obras estão terminando e quando começar a operação, a ideia é erradicar rapidamente os dois lixões de Seropédica e Itaguaí, muito problemáticos, e começar a receber os resíduos desses municípios junto com os da cidade do Rio”, disse a O ECO a superintendente da Haztec, Adriana Felipetto, à frente do projeto.
De lixo à energia elétrica
A meta é fazer da nova central não apenas um local para despejo de lixo, mas para gerar energia elétrica através de biomassa, queimando o metano emanado pela decomposição do lixo. Essa forma de geração de energia não tem impactos negativos sobre o meio ambiente, garante Felipetto. Em Seropédica, a transformação do gás poderá gerar 30 megawatts de eletricidade, o suficiente para iluminar uma cidade com cerca de 100 mil habitantes. Ela também defende que o novo aterro é seguro e usa a melhor tecnologia disponível. Um aterro sanitário para lixo urbano é normalmente feito com argila e uma camada de manto de polietileno de alta densidade (PEAD) resistente a infiltrações. “Seropédica se destaca porque tem um sistema de drenagem e uma tripla cobertura de impermeabilização. Estamos instalando um aterro para resíduos urbanos com um metro de argila compactada, depois uma camada de manta PEAD, areia, argila de novo, eletrodos e ainda outra manta. Ou seja, zero contato com o solo e, além disso, os sensores estarão ligados a um sistema informatizado online em que qualquer vazamento de chorume será detectado e localizado”, assegurou.
Aterro sobre lençol freático
Entretanto, a instalação de um aterro desse porte em Seropédica preocupa a população do município. Para o engenheiro Cícero Pimenteira, do Programa de Planejamento Energético da Coppe-UFRJ, forte opositor ao projeto, “a administração pública escolheu a pior área para instalar um aterro sanitário, pois lá também está a reserva estratégica de água para o estado do Rio. O aterro está sobre o aquífero Piranema”.
Apesar das explicações técnicas e tecnológicas de que o lixo não entrará em contato com o solo, Pimenteira é enfático ao levantar a possibilidade de que, em 20 anos (metade da vida útil do aterro), o manto impermeabilizante possa falhar. Se isso acontecer, “o lixo vai comprometer o lençol freático”. Ele descreve como assustador o cenário do lixão de Gramacho, que já deveria ter sido encerrado há mais de 10 anos. Gramacho tem 45 metros de altura de lixo exposto e mais 15 metros que afundou no mangue sem que o solo fosse protegido. “Em Seropédica, nos primeiros 10 anos, a pilha terá 20 metros de altura. A minha pergunta é: o que fazer depois que os eletrodos detectarem o vazamento de chorume no solo e no aquífero? Os acidentes ocorrem a partir do que os engenheiros não puderam prever”, alerta. O alto índice pluviométrico em Seropédica é outro agravante do aterro. “É como se estivéssemos injetando veneno na água para as gerações futuras que a consumirão”. Além disso, há outros riscos como a proximidade do porto de Sepetiba e da linha férrea, que podem levar a tentativa de burlar a proibição de importar lixo de outros municípios e estados.
Outro foco de resistência ao projeto é a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), onde estudam mais de 12 mil alunos e que estará a uma distância apenas de quatro quilômetros do aterro. “O impacto sobre a universidade e sobre o município é enorme. Quase mil caminhões circularão pelas vias, uma delas a Rio-São Paulo, que já é precária”, diz Ana Cristina dos Santos, presidente do sindicato de docentes da universidade (Adurrj). “Serão nove mil toneladas diárias despejadas em Seropédica, um dos municípios mais pobres e de mais baixo IDH do estado”.
http://www.oecocidades.com/2011/04/11/a-beira-da-inauguracao-aterro-de-seropedica-ainda-e-polemico/
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Atenciosamente,
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terça-feira, 24 de maio de 2011
12 horas para salvar-mos as matas do brasil!!!
Caros amigos de todo Brasil,
Em 12 horas, a Câmara dos Deputados tentará aprovar mudanças radicais
no Código Florestal, colocando em risco milhões de hectares de
florestas por todo o Brasil. A Presidente Dilma e líderes partidários
ainda podem impedir esta loucura. Vamos enviar uma onda de mensagens
que não poderão ser ignoradas. Clique aqui para enviar mensagens e
divulgue - não temos um minuto a perder!
A Câmara dos Deputados irá determinar hoje a vida ou morte de milhões
de hectares de florestas brasileiras quando levar à votação alterações
no Código Florestal. Se aprovadas, as mudanças propostas irão gerar
uma cadeia irreversível de devastação ambiental que irão danificar a
paisagem do Brasil para sempre. As próximas 12 horas são críticas,
vamos gerar uma mobilização massiva para salvar nossas florestas.
Nós já vencemos antes -- a pressão popular constante, incluindo
milhares de mensagens de membros da Avaaz, já adiou a votação no
Código várias vezes, assim como a nossa pressão sobre os deputados
contrariaram todas as expectativas aprovando a lei da Ficha Limpa no
ano passado. Embora agendada para votação, a proposta atual não é
definitiva -- na verdade, a Presidente Dilma e a oposição estão
fazendo acordos a portas fechadas agora mesmo, negociando nosso futuro
por acordos políticos. Nós ainda podemos impedir isto.
Não há um minuto a perder! Vamos enviar uma avalanche de mensagens
para a Presidente Dilma e líderes dos partidos deixando claro que não
deixaremos que eles barganhem nossas florestas:
http://www.avaaz.org/po/codigo_florestal_urgente/?vl
Os desmatadores estão fora de controle, incentivados pela promessa de
anistia e a nova regulamentação. Dados chocantes publicados na semana
passada mostram que o desmatamento se multiplicou a um nível
astronômico, aumentando em 5 vezes mais que os mesmos meses no ano
passado. Isso é apenas um sinal do que está por vir se as mudanças
propostas forem aprovadas. Estas emendas irão anistiar crimes
ambientais cometidos antes de 2008 e acabarão com a proteção a áreas
vulneráveis tais como matas ciliares e topos de morros, áreas em que a
cobertura florestal é crucial para prevenir deslizamentos e enchentes
como as que recentemente devastaram comunidades de norte a sul do
país.
A maioria dos brasileiros apoiam proteções ambientais mais fortes e
estudos mostram que há terra suficiente no Brasil para manter e
aumentar a produção agrícola sem ter de derrubar uma única árvore. Mas
os deputados da bancada ruralista, dominados pelos interesses privados
do agronegócio, pensam que podem ficar impunes ao tentar destruir o
Código Florestal brasileiro. Esta luta entre a sociedade civil e
poderosos interesses políticos está se tornando a maior batalha
ambiental da história do Brasil.
Durante a campanha eleitoral, Dilma prometeu vetar qualquer lei que
aumentasse o desmatamento -- vamos cobrar a sua promessa e pedir que o
povo seja colocado acima dos interesses políticos. É hora de mostrar
nosso poder e enviar uma avalanche de mensagens ao governo pedindo que
a Presidente Dilma e os líderes partidários impeçam o enfraquecimento
do Código Florestal. Envie sua mensagem agora!
http://www.avaaz.org/po/codigo_florestal_urgente/?vl
A cada dia nossas florestas nos protegem de catástrofes ambientais -
elas produzem o ar que respiramos, resfriam nosso clima, promovem a
biodiversidade e mantêm a terra enraizada no lugar. Agora, elas
precisam da nossa proteção. Sem nós, os recursos naturais mais
preciosos do Brasil perderão para os interesses de deputados poderosos
que querem apenas expandir suas terras e aumentar seus lucros. Nós
temos poucas horas -- vamos nos mobilizar antes que seja tarde demais.
Com esperança,
Ben, Ricken, Graziela, Iain, David e o resto da equipe Avaaz
Mais informações:
Ex-ministros unem-se contra votação do Código Florestal:
http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5145399-EI7896,00-Exministros+unemse+contra+votacao+do+Codigo+Florestal.html
Semana começa com articulações por acordo sobre Código Florestal:
http://g1.globo.com/politica/noticia/2011/05/semana-comeca-com-articulacoes-por-acordo-sobre-codigo-florestal.html
Desmatamento na Amazônia aumenta mais de 5 vezes:
http://www.estadao.com.br/noticias/geral,desmatamento-na-amazonia-aumenta-mais-de-5-vezes,721341,0.htm
Documento liga novo código a avanço do desmatamento:
http://www.estadao.com.br/noticias/geral,documento-liga-novo-codigo-a-avanco-do-desmatamento,722547,0.htm
Manifestantes protestam em SP contra reforma do Código Florestal:
http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/05/22/manifestantes-protestam-em-sp-contra-reforma-do-codigo-florestal-924511164.asp
Alta do desmatamento da Amazônia alarma Governo:
http://noticias.terra.com.br/noticias/0,,OI5137155-EI188,00-Alta+do+desmatamento+da+Amazonia+alarma+Governo.html
reciclaaação ambientalismo de concientização!!!
terça-feira, 17 de maio de 2011
Aterro sanitario de seropedica!!!
Como podemos chamar isto,descaso da sociedade com a vida, Incompetência politica, Incompetência administrativa publica,
ruindade humana,ambição humana,omissão humana,desamor,
descaso com o futuro das pessoas que vão aqui viver,como pode
16.000.000 milhões de pessoas no rio de janeiro assistirem esta destruição "Passiva-mente" sem uma reação???
ruindade humana,ambição humana,omissão humana,desamor,
descaso com o futuro das pessoas que vão aqui viver,como pode
16.000.000 milhões de pessoas no rio de janeiro assistirem esta destruição "Passiva-mente" sem uma reação???
Aterro sanitário?
Por Hélio Fernandes Machado Júnior, diretor do Instituto de Tecnologia
da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e membro do
Comitê Guandu
Após longo tempo acompanhando as discussões sobre a implantação de um
aterro sanitário no município de Seropédica; vendo e ouvindo os
especialistas sobre os imensos malefícios para região, oriundos do
passivo ambiental que restará após o despejo das quase 50 milhões de
toneladas de lixo, nos próximos 15 anos de atividade, sobre uma das
poucas áreas de reserva natural de águas (o Aquífero Piranema); e ter
contribuído com estudos técnicos sobre o aproveitamento de Resíduos
Sólidos Urbanos (RSU), na tentativa de evitar um dos maiores crimes de
caráter político, econômico e ambiental contra o estado do Rio,
Seropédica e a centenária UFRRJ, peço a todos que façam as seguintes
reflexões:
1. Como evitar um empreendimento desse porte se aqueles que elegemos
como nossos governantes assinam leis, decretos e projetos para
protegê-los e destroem, gradativamente, o seu próprio estado?;
2. Como ensinar a pessoas adultas que não se deve jogar lixo no chão,
colocar na porta do vizinho ou esconder debaixo do tapete?
Prezados, infelizmente nos dois casos as minhas reflexões me levam
sempre a uma única resposta: “Só nascendo de novo, talvez”. Como
engenheiro químico e professor do magistério superior há 20 anos – e
nascido na zona oeste do Rio – fui educado pelos meus pais a ser
honesto e ter princípios, respeitando a mim mesmo e ao próximo. Fui
ensinado pelas escolas que frequentei que educação e saúde são a base
de toda sociedade que quer ser rica e próspera.
Hoje, depois de longos debates a respeito do tema “aterro sanitário” e
observando as soluções apresentadas – incluindo a Lei 12.305 (de
2/8/2010), que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS)
– conclui-se que os processos que utilizam a redução de volumes de
resíduos, tanto para gerar energia quanto briquetes para produção
energia, possibilitam a eliminação dos aterros. Mas, infelizmente, a
política econômica da urgência fecha os olhos para soluções mais
viáveis, com geração de emprego e renda para todos, de forma lícita e
racional.
Diante de tantos fatos, e lembrando que a escassez de água doce tem
aumentado com a degradação de rios e nascentes, estaremos agora no
início do século 21 aterrando um imenso aquífero subterrâneo, do qual
futuramente iremos precisar. Vale lembrar: a água que abastece o
município do Rio de Janeiro é oriunda, em sua maior parcela, da
Estação de Tratamento de Águas do Guandu, cuja fonte de captação é o
rio Guandu. O rio passa por Seropédica e, certamente, com a instalação
da CTR Santa Rosa, será ainda mais contaminado, onerando os custos do
tratamento e o valor do metro cúbico da água tratada para o consumidor
carioca – que estará feliz com a Copa de 2014 e com as Olimpíadas de
2016, pagando o alto custo pela sua total ignorância e falta de
educação.
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Assessoria de Comunicação e Informação
Sala 132, Pavilhão Central
Campus Universitário
BR 465, Km 7, Seropédica, RJ
Tel.: (21) 2681-4620 ou 2682-2915
Twitter: @ufrrjbr
Assessora: Teresinha Sena Pacielo
terça-feira, 26 de abril de 2011
Nós e o planeta terra!!!
O que nos diferencia dos outros seres da natureza não é a inteligência
ou a capacidade de ter emoções, de sentir prazer, dor, medo, de nos
comunicar ou criar ferramentas, pois isso várias espécies também fazem
em diferentes graus de eficiência. O que nos torna únicos é a
consciência de nossa individualidade e, entre as consequências disso,
está o sentimento de separação do mundo, dos outros, da natureza,
pois, se somos nós, não podemos ser o outro.
Ter consciência nos fez também ter subjetividade, um mundo interior,
onde construímos e reconstruímos nossa visão de mundo, do outro, de
nós próprios. Assim, embora a realidade seja igual para todos, a
maneira de perceber, de encarar e interpretar a realidade muda de
pessoa para pessoa.
Isso nos obrigou a estabelecer parâmetros do que é aceitável ou não
pela sociedade, pois apesar de separados dos outros e das coisas,
enquanto seres sociais estamos ligados uns aos outros e tão
dependentes quanto todos da natureza. E natureza, aqui, não significa
uma visão idealizada de um ser com propósito e intencionalidade, mas o
resultado de milhares de anos de evolução sob determinadas condições
de clima e calor, distanciamento do Sol, inclinação do eixo da Terra,
etc. Revela-se então uma outra característica humana que é a tendência
de encontrar significado para as questões que não consegue
compreender, como se fôssemos incapazes de viver num mundo que não
faça sentido. Os gregos antigos, por exemplo, deram à natureza o
status de deusa, à qual atribuíram o nome Gaia.
A consciência também nos tornou livres para escolher o que achamos ser
melhor para nós, para o mundo, e o livre arbítrio trouxe consigo
culpas e responsabilidades, angústias existenciais sobre qual o melhor
caminho a tomar. Ao nos vermos livres da natureza, não mais tendo de
obedecer aos instintos e compreendendo cientificamente os seus
fenômenos, criamos a ilusão de sermos superiores às demais espécies e
à própria natureza. Na tarefa de nos tornar humanos, tivemos, e ainda
temos, de enfrentar a natureza, que age e influencia em nossas
escolhas por meio dos instintos – tão ativos em nós quanto em todas as
demais espécies, determinando quando temos de lutar ou fugir, comer e
parar de comer, por exemplo, e ainda assim, podemos escolher nos
manter em situação de estresse sem tentar fugir e comer sem fome. Este
enfrentamento resultou no afastamento maior ainda da natureza. Seguir
os instintos passou a ser um atributo dos animais, algo pouco
refinado, embrutecido, motivo de vergonha para os humanos.
Criamos a ilusão de sermos os donos da natureza e dividimos o planeta
em territórios, e loteamos cada espaço útil, explorando sem culpas, a
ponto de já termos passado do ponto de regeneração natural de diversos
ecossistemas. As demais espécies foram destituídas de seus direitos,
condicionadas à sua utilidade para nós. Se não for útil, então não tem
razão de existir.
Em nossa idealização do mundo, nos demos o papel transcendental
atribuído aos deuses, pois se somos superiores à natureza, tínhamos de
encontrar um significado para nós fora da natureza.
Quando confrontados com as evidências de nossos atos, alguns de nós
preferem buscar desculpas para continuar agindo da mesma forma. Para
alguns, a ideia de que a natureza possa sofrer um colapso parece um
exagero, pois nada do que façamos vai destruir a natureza, embora
possamos nos destruir facilmente. Para outros, a ciência vai nos
salvar descobrindo coisas, inventando novas tecnologias que serão
capazes de reciclar nossos restos e descobrir novas fontes de
recursos. Outros acham inútil lutar, pois o fim está próximo, conforme
revelado em algum texto sagrado e, naturalmente, apenas os que
acreditarem nisso serão salvos.
Nossa separação da natureza não aconteceu apenas do ponto de vista
psicológico, ético, moral ou espiritual, mas também do ponto de vista
físico. Reconstruímos o meio ambiente para adaptá-lo às nossas
necessidades onde antes existiam ecossistemas. Construímos cidades às
vezes confortáveis, bonitas, às vezes não, de concreto, aço e asfalto,
e com muita rapidez esquecemos que, apesar de muito importantes, não
são as cidades que produzem a água, o oxigênio, a biodiversidade da
qual dependemos para produzir alimentos, medicamentos e obter
recursos.
O meio ambiente deixou de ser tudo o que existe, para ser o que existe
em torno de nós, como se fosse uma espécie de armazém de recursos
inesgotáveis para atender às nossas necessidades. Necessidades que
deixaram de ser apenas físicas, como comer, morar, vestir, mas também
espirituais, como a de demonstrar afeto com a troca de presentes
materiais, de obter reconhecimento social e se sentir pertencendo a
uma sociedade com a exibição de objetos de consumo. O resultado foi
uma sociedade que não só superexplora a natureza, como também
superexplora seus próprios semelhantes, pois, para que uns possam
acumular demais, outros precisam acumular de menos.
E por que tudo isso? Enquanto as demais espécies submetem-se aos seus
destinos, nos angustiamos na busca de respostas, e quando estas não
existem, criamos nós próprios utopias e visões de mundo que deem
sentido a este mundo reinventado. Qual é o propósito de nossa espécie?
Para que estamos aqui? De onde viemos? Para onde vamos? Por que
sofremos com terremotos, vulcões, tsunamis, secas, enchentes,
furacões, fome, aids, epidemias, etc.? Cometemos algum pecado pelo
qual estamos sendo punidos agora? Teremos tempo de evitar um colapso
ambiental global? Continuaremos existindo enquanto espécie ou já
estamos em declínio rumo à extinção?
Alguns se satisfazem com a ideia de deuses e diabos voluntariosos nos
manipulando, outros se amparam na idéia de que somos filhos e filhas
de seres de outros planetas que nos visitaram no passado, e alguns
acreditam que ainda estão entre nós. Outros acreditam que surgimos do
caos e do acaso, não importa, ninguém saberá a verdade final mesmo e,
neste particular, qualquer ideia serve, desde que tenha significado e
nos permita viver em paz conosco e com os outros, que nos anime a
querer ser pessoas melhores e lutar para termos um mundo melhor.
O fato concreto é que nenhum de nós escapará vivo do planeta que, ao
contrário de nos pertencer, nós é que pertencemos a ele e o
compartilhamos com todas as outras espécies. Ou nos reinventamos,
imaginando outro jeito de estar no planeta, ou corremos risco de
desaparecer antes do tempo. Uma coisa é certa, o planeta começou sem
nós, e acabará sem nós. A questão que importa não é quando acontecerá
o fim, mas o que posso fazer, aqui e agora, enquanto tenho vida e
saúde para adiar este fim e aproveitar este presente que todos os dias
o planeta nos proporciona, o de viver. E a vida é bem curta.
* Vilmar Sidnei Demamam Berna é escritor e jornalista, fundou a Rebia
– Rede Brasileira de Informação Ambiental e edita, deste janeiro de
1996, a Revista do Meio Ambiente (que substituiu o Jornal do Meio
Ambiente) e o Portal do Meio Ambiente. Em 1999, recebeu no Japão o
Prêmio Global 500 da ONU para o Meio Ambiente e, em 2003, o Prêmio
Verde das Américas.
(O autor)
reposta-do por;Charles lopes o Reciclador!!!
ou a capacidade de ter emoções, de sentir prazer, dor, medo, de nos
comunicar ou criar ferramentas, pois isso várias espécies também fazem
em diferentes graus de eficiência. O que nos torna únicos é a
consciência de nossa individualidade e, entre as consequências disso,
está o sentimento de separação do mundo, dos outros, da natureza,
pois, se somos nós, não podemos ser o outro.
Ter consciência nos fez também ter subjetividade, um mundo interior,
onde construímos e reconstruímos nossa visão de mundo, do outro, de
nós próprios. Assim, embora a realidade seja igual para todos, a
maneira de perceber, de encarar e interpretar a realidade muda de
pessoa para pessoa.
Isso nos obrigou a estabelecer parâmetros do que é aceitável ou não
pela sociedade, pois apesar de separados dos outros e das coisas,
enquanto seres sociais estamos ligados uns aos outros e tão
dependentes quanto todos da natureza. E natureza, aqui, não significa
uma visão idealizada de um ser com propósito e intencionalidade, mas o
resultado de milhares de anos de evolução sob determinadas condições
de clima e calor, distanciamento do Sol, inclinação do eixo da Terra,
etc. Revela-se então uma outra característica humana que é a tendência
de encontrar significado para as questões que não consegue
compreender, como se fôssemos incapazes de viver num mundo que não
faça sentido. Os gregos antigos, por exemplo, deram à natureza o
status de deusa, à qual atribuíram o nome Gaia.
A consciência também nos tornou livres para escolher o que achamos ser
melhor para nós, para o mundo, e o livre arbítrio trouxe consigo
culpas e responsabilidades, angústias existenciais sobre qual o melhor
caminho a tomar. Ao nos vermos livres da natureza, não mais tendo de
obedecer aos instintos e compreendendo cientificamente os seus
fenômenos, criamos a ilusão de sermos superiores às demais espécies e
à própria natureza. Na tarefa de nos tornar humanos, tivemos, e ainda
temos, de enfrentar a natureza, que age e influencia em nossas
escolhas por meio dos instintos – tão ativos em nós quanto em todas as
demais espécies, determinando quando temos de lutar ou fugir, comer e
parar de comer, por exemplo, e ainda assim, podemos escolher nos
manter em situação de estresse sem tentar fugir e comer sem fome. Este
enfrentamento resultou no afastamento maior ainda da natureza. Seguir
os instintos passou a ser um atributo dos animais, algo pouco
refinado, embrutecido, motivo de vergonha para os humanos.
Criamos a ilusão de sermos os donos da natureza e dividimos o planeta
em territórios, e loteamos cada espaço útil, explorando sem culpas, a
ponto de já termos passado do ponto de regeneração natural de diversos
ecossistemas. As demais espécies foram destituídas de seus direitos,
condicionadas à sua utilidade para nós. Se não for útil, então não tem
razão de existir.
Em nossa idealização do mundo, nos demos o papel transcendental
atribuído aos deuses, pois se somos superiores à natureza, tínhamos de
encontrar um significado para nós fora da natureza.
Quando confrontados com as evidências de nossos atos, alguns de nós
preferem buscar desculpas para continuar agindo da mesma forma. Para
alguns, a ideia de que a natureza possa sofrer um colapso parece um
exagero, pois nada do que façamos vai destruir a natureza, embora
possamos nos destruir facilmente. Para outros, a ciência vai nos
salvar descobrindo coisas, inventando novas tecnologias que serão
capazes de reciclar nossos restos e descobrir novas fontes de
recursos. Outros acham inútil lutar, pois o fim está próximo, conforme
revelado em algum texto sagrado e, naturalmente, apenas os que
acreditarem nisso serão salvos.
Nossa separação da natureza não aconteceu apenas do ponto de vista
psicológico, ético, moral ou espiritual, mas também do ponto de vista
físico. Reconstruímos o meio ambiente para adaptá-lo às nossas
necessidades onde antes existiam ecossistemas. Construímos cidades às
vezes confortáveis, bonitas, às vezes não, de concreto, aço e asfalto,
e com muita rapidez esquecemos que, apesar de muito importantes, não
são as cidades que produzem a água, o oxigênio, a biodiversidade da
qual dependemos para produzir alimentos, medicamentos e obter
recursos.
O meio ambiente deixou de ser tudo o que existe, para ser o que existe
em torno de nós, como se fosse uma espécie de armazém de recursos
inesgotáveis para atender às nossas necessidades. Necessidades que
deixaram de ser apenas físicas, como comer, morar, vestir, mas também
espirituais, como a de demonstrar afeto com a troca de presentes
materiais, de obter reconhecimento social e se sentir pertencendo a
uma sociedade com a exibição de objetos de consumo. O resultado foi
uma sociedade que não só superexplora a natureza, como também
superexplora seus próprios semelhantes, pois, para que uns possam
acumular demais, outros precisam acumular de menos.
E por que tudo isso? Enquanto as demais espécies submetem-se aos seus
destinos, nos angustiamos na busca de respostas, e quando estas não
existem, criamos nós próprios utopias e visões de mundo que deem
sentido a este mundo reinventado. Qual é o propósito de nossa espécie?
Para que estamos aqui? De onde viemos? Para onde vamos? Por que
sofremos com terremotos, vulcões, tsunamis, secas, enchentes,
furacões, fome, aids, epidemias, etc.? Cometemos algum pecado pelo
qual estamos sendo punidos agora? Teremos tempo de evitar um colapso
ambiental global? Continuaremos existindo enquanto espécie ou já
estamos em declínio rumo à extinção?
Alguns se satisfazem com a ideia de deuses e diabos voluntariosos nos
manipulando, outros se amparam na idéia de que somos filhos e filhas
de seres de outros planetas que nos visitaram no passado, e alguns
acreditam que ainda estão entre nós. Outros acreditam que surgimos do
caos e do acaso, não importa, ninguém saberá a verdade final mesmo e,
neste particular, qualquer ideia serve, desde que tenha significado e
nos permita viver em paz conosco e com os outros, que nos anime a
querer ser pessoas melhores e lutar para termos um mundo melhor.
O fato concreto é que nenhum de nós escapará vivo do planeta que, ao
contrário de nos pertencer, nós é que pertencemos a ele e o
compartilhamos com todas as outras espécies. Ou nos reinventamos,
imaginando outro jeito de estar no planeta, ou corremos risco de
desaparecer antes do tempo. Uma coisa é certa, o planeta começou sem
nós, e acabará sem nós. A questão que importa não é quando acontecerá
o fim, mas o que posso fazer, aqui e agora, enquanto tenho vida e
saúde para adiar este fim e aproveitar este presente que todos os dias
o planeta nos proporciona, o de viver. E a vida é bem curta.
* Vilmar Sidnei Demamam Berna é escritor e jornalista, fundou a Rebia
– Rede Brasileira de Informação Ambiental e edita, deste janeiro de
1996, a Revista do Meio Ambiente (que substituiu o Jornal do Meio
Ambiente) e o Portal do Meio Ambiente. Em 1999, recebeu no Japão o
Prêmio Global 500 da ONU para o Meio Ambiente e, em 2003, o Prêmio
Verde das Américas.
(O autor)
reposta-do por;Charles lopes o Reciclador!!!
quinta-feira, 21 de abril de 2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Seminario dia da baixa!!!
FICHA DE INSCRIÇÃO EM ANEXO.
SEMINÁRIO EM COMEMORAÇÃO AO DIA DA BAIXADA FLUMINENSE:
QUAL O FUTURO DA NOSSA REGIÃO DAQUI PARA FRENTE???
Seminário organizado pela APEDEMA-RJ em parceria com ADUR/RJ, Comissão de Meio Ambiente da Câmara de Vereadores de Seropédica, Decanato de extensão UFRRJ, DAMGEMT – Instituição Ambientalista, Fórum Ecossocial da Baixada Fluminense, Instituto 5º Elemento, Secretaria de Meio Ambiente de Seropédica, com o objetivo de abordar questões ambientais que envolvem os municípios da Baixada, focando principalmente o Conflito ambiental que Seropédica vem sofrendo com a instalação do CTR Santa Rosa em cima do Aquífero Piranema.
Além de Palestras também serão realizadas oficinas, exposições e feirinha c/ Produtores Orgânicos de Seropédica.
LOCAL: Câmara Municipal de Vereadores de Seropédica, Praça do KM 49 em frente ao Mercado Seropédica.
DATA: Dia 30 de Abril de 2011 de 09:00 às 16:00
Tel p/contato: (21) 76998630 Márcia
PROGRAMAÇÃO
09:00 hs Café da manhã e Abertura com Autoridades da Cidade
10:00 hs 1ª Palestra – Conflitos ambientais no processo de licenciamento do Centro de Tratamento de Resíduos Santa Rosa (Seropédica - RJ): uma ameaça ao Aquífero Piranema – Márcia Marques – Instituto 5º Elemento
10:30 hs 2ª Palestra – Alternativas Tecnológicas p/ tratamento do Lixo – Yoshiharu Saito – Forum Ecossocial da Baixada
11:00hs 3ª Palestra - Aproveitamento energético do lixo urbano: uma alternativa aos cemitérios de lixo – Sergio Ricardo Ambientalista
11:30hs 4ª Palestra - Secretaria de Meio Ambiente – Ademar Quintella
12:00hs Coffee break com apresentação do Documentário “Impactos do CTR em Adrianópolis”
13:00hs 5ª Palestra – Política Estadual de Resíduos Sólidos e Lei Federal No. 12.305/2010 – Magno Neves - IBDA
13:30hs 6ª Palestra - Reflexões sobre racismo ambiental na Baixada – Gilvoneick de Souza - DAMGEMT
14:00hs 7ª Palestra - Impactos causados pela TKCSA em Itaguaí – Prof. Alexandre Pessoa - FioCruz
MAIS INFORMAÇÕES EM:
http://www.portalseropedica.com/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=462:seminario-em-comemoracao-ao-dia-da-baixada-fluminense-em-seropedica&catid=40:informativos&Itemid=62
--
José Miguel da Silva
Coordenador Geral
Markus Budzynks
Coordenador Administrativo Financeiro
Márcia Marques
Coordenadora de Comunicação
--
José Miguel da Silva
Coordenador Geral
Markus Budzynks
Coordenador Administrativo Financeiro
Márcia Marques
Coordenadora de Comunicação
ficha de inscrição SEMINARIO DA BAIXADA.doc
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SEMINÁRIO EM COMEMORAÇÃO AO DIA DA BAIXADA FLUMINENSE:
QUAL O FUTURO DA NOSSA REGIÃO DAQUI PARA FRENTE???
Seminário organizado pela APEDEMA-RJ em parceria com ADUR/RJ, Comissão de Meio Ambiente da Câmara de Vereadores de Seropédica, Decanato de extensão UFRRJ, DAMGEMT – Instituição Ambientalista, Fórum Ecossocial da Baixada Fluminense, Instituto 5º Elemento, Secretaria de Meio Ambiente de Seropédica, com o objetivo de abordar questões ambientais que envolvem os municípios da Baixada, focando principalmente o Conflito ambiental que Seropédica vem sofrendo com a instalação do CTR Santa Rosa em cima do Aquífero Piranema.
Além de Palestras também serão realizadas oficinas, exposições e feirinha c/ Produtores Orgânicos de Seropédica.
LOCAL: Câmara Municipal de Vereadores de Seropédica, Praça do KM 49 em frente ao Mercado Seropédica.
DATA: Dia 30 de Abril de 2011 de 09:00 às 16:00
Tel p/contato: (21) 76998630 Márcia
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10:00 hs 1ª Palestra – Conflitos ambientais no processo de licenciamento do Centro de Tratamento de Resíduos Santa Rosa (Seropédica - RJ): uma ameaça ao Aquífero Piranema – Márcia Marques – Instituto 5º Elemento
10:30 hs 2ª Palestra – Alternativas Tecnológicas p/ tratamento do Lixo – Yoshiharu Saito – Forum Ecossocial da Baixada
11:00hs 3ª Palestra - Aproveitamento energético do lixo urbano: uma alternativa aos cemitérios de lixo – Sergio Ricardo Ambientalista
11:30hs 4ª Palestra - Secretaria de Meio Ambiente – Ademar Quintella
12:00hs Coffee break com apresentação do Documentário “Impactos do CTR em Adrianópolis”
13:00hs 5ª Palestra – Política Estadual de Resíduos Sólidos e Lei Federal No. 12.305/2010 – Magno Neves - IBDA
13:30hs 6ª Palestra - Reflexões sobre racismo ambiental na Baixada – Gilvoneick de Souza - DAMGEMT
14:00hs 7ª Palestra - Impactos causados pela TKCSA em Itaguaí – Prof. Alexandre Pessoa - FioCruz
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http://www.portalseropedica.com/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=462:seminario-em-comemoracao-ao-dia-da-baixada-fluminense-em-seropedica&catid=40:informativos&Itemid=62
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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Atrás da lente. Posse CONDEMA de Nova Iguaçu 10/12/2009.
A Prefeitura de Nova Iguaçu, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Agricultura (SEMAM), realizou ontem a posse dos integrantes do Conselho Municipal de Meio Ambiente (CONDEMA). O objetivo foi incentivar representantes do poder público e da sociedade civil organizada para que participem das decisões e acompanhem as iniciativas voltadas para as questões ambientais. A Posse aconteceu , no Espaço cultural Silvio Monteiro - Rua Getúlio Vargas 51 aproximada mente com 1 hora de atraso. A festa e os quitutes estavam de fato muito bons.
Mas faltou uma coisa primordial para que a química do processo fosse completa. Não tivemos a presença de um ambientalistas a mesa condutora dos trabalhos.
Essa situações não podem passar desapercebidas.
Para próxima edição, daqui a 2 anos, vamos colocar um ou mais ambientalista na mesa, para que o processo seja participativo de fato.
O trabalho já começou, fiquemos atentos ao processos, pois dependera unica e exclusivamente das pessoas para que avancemos de fato na sustentabilidade tão almejada.
Um abraço a todos.
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