Sejam bem vindos!!!

"Reciclagem Conceitual"

Fazendo o teu olho enchergar a tua mente pensar teu cérebro raciocinar.
Despertando a tua inteligencia a descobrir e praticar o Amor de "dar", "doar-se" a cuidar da Vida como um sol a brilhar.
Levando-o humildemente retribuir cuidando do planeta fazendo seus sentimentos verdadeiramente mais felizes.
Isto e Amor de Amar.

Venham...vamos fazer Reciclaaação já!!!............... Charles sodniv

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Aranha-robô ganha super agilidade com pernas hidráulicas!!!


As pernas do robô-aranha têm 20 centímetros de comprimento, e são acionados pneumaticamente.[Imagem: Fraunhofer IPA]
Pernas hidraúlicas

Aranhas são muito ágeis, sendo que algumas conseguem até saltar.

Elas devem essa super capacidade graças a pernas sem músculos, que são acionadas hidraulicamente.

Pesquisadores do Instituto Fraunhofer, na Alemanha, resolveram tirar proveito dessa agilidade com vistas a explorar áreas inalcançáveis por robôs de rodas, lagartas, ou mesmo bípedes.

Para deixar o robô-aranha o mais leve possível, ele foi criado usando um processo de impressão 3-D.

Dotado de uma câmera e de equipamentos de medição, sua missão será fazer um levantamento prévio de áreas assoladas por acidentes, naturais ou não.

Robô biônico

Como uma aranha de verdade, o robô mantém quatro patas no chão durante todo o tempo, enquanto as outras quatro preparam-se para o próximo passo.

Com suas longas extremidades, a aranha-robô também pode saltar.

Isto é possível usando atuadores acionados hidraulicamente, que servem tanto como articulações, como para manter os membros móveis.

Sem músculos para esticar as pernas, as aranhas acumulam altos níveis de pressão no corpo, que é então usada para bombear líquido em seus membros. O disparo rápido do líquido faz com que suas pernas se estendam.

"Nós pegamos esse princípio de mobilidade e o aplicamos ao nosso robô biônico, controlado por computador. Suas oito pernas e seu corpo também estão equipados com atuadores por pressão, que operam por pressão para dobrar e estender seus membros artificiais," explica o engenheiro Ralf Becker, coordenador do projeto da aranha-robô.

Os componentes necessários para a locomoção, tais como a unidade de controle, válvulas e compressor, estão localizados no corpo do robô.

O corpo também pode levar vários dispositivos de medição e sensores, dependendo da aplicação que se tiver em mente.
Inóvação tecnologica!!!

Ecoeficiência de sacolas depende do comportamento do consumidor!!!



Em tempos de ecoeficiência, há quem acredite que as sacolas retornáveis são a melhor opção na hora de fazer compras.

Mas, de acordo com um estudo inédito, realizado pela Fundação Espaço ECO e Instituto Akatu, não é tão simples assim dizer que as sacolas retornáveis são melhores para o meio ambiente.

O estudo concluiu que a a ecoeficiência de cada tipo de sacola depende do hábito do consumidor.

Ciclo de vida das sacolas plásticas

Os pesquisadores analisaram o chamado "ciclo de vida" de oito opções de sacolas disponíveis no mercado brasileiro.

Isso incluiu sacolas descartáveis (de polietileno tradicional, de polietileno de cana-de-açúcar e as aditivadas com promotor de oxibiodegradação) e algumas retornáveis (papel, ráfia, tecido e TNT - tecido não-tecido).

Todas foram avaliadas para um período de um ano.

Foram considerados vários cenários, envolvendo maior ou menor volume de compras, maior ou menor frequência de idas ao supermercado e de descarte do lixo, matéria-prima utilizada na produção das sacolas, capacidade de carga, custo de cada uma, número de vezes em que é utilizada, reutilização ou não da sacola como saco de lixo e envio ou não para reciclagem.

"Percebemos que cada material tem um desempenho mais adequado dependendo da função e da maneira como é empregado", explica o gerente de ecoeficiência da Fundação Espaço ECO, Emiliano Graziano.

Vantagens e desvantagens de cada tipo de sacola

Segundo o pesquisador, a relação entre o número de idas do consumidor ao supermercado, o número de vezes que ele dispõe seu lixo em sacolas plásticas e o tamanho de sua compra definem quais sacolas são mais eficientes do ponto de vista da preservação ambiental.

Segundo os pesquisadores, as sacolas descartáveis são vantajosas em um cenário considerado de poucas compras (até duas idas ao supermercado por semana).

Já em situações de mais compras (mais de três visitas semanais ao supermercado), as sacolas descartáveis só seriam vantajosas se usadas no descarte de lixo ao menos três vezes por semana.

As sacolas de papel não se mostraram vantajosas em relação às demais em nenhum tipo de cenário. O motivo é a baixa capacidade de carga, reúso e reciclagem.

"O papel, por ter ficado como alternativa mais impactante no caso base do estudo, não significa que será sempre pior nas situações em que pode ser substituído pelo plástico. Ou seja, o desempenho da sacola de papel, como também ocorre nas outras alternativas, está diretamente ligada ao seu eco design (forma, estrutura, quantidade de matéria-prima empregada) e à sua condição de uso e durabilidade," esclarece Graziano.

A sacola oxidegradável também não apresentou desempenho ambiental melhor do que a sacola descartável tradicional.

Polêmicas

O resultado é contrário ao que tem sido apregoado pela mídia, mas é coerente com outras pesquisas:

Lei da sacola plástica erra o alvo, diz especialista
Ciência ambiental: não troque as sacolas plásticas ainda
Este estudo, foi financiado pela Braskem, maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, portanto, com interesses na questão.

Por outro lado, a empresa já fabrica também plásticos à base de cana-de-açúcar e teve o primeiro plástico verde certificado do mundo.

Outra crítica é que o trabalho não incluiu entre os fatores de impacto ambiental o tempo de decomposição de cada um dos materiais, principal preocupação daqueles que se opõem às sacolas plásticas.

Ou seja, perdeu-se uma boa oportunidade para um parecer científico sobre o assunto.

Hoje a população recebe como informação apenas boatos e mitos: é possível encontrar na imprensa estimativas de degradação das sacolas plásticas que variam de 50 a 1.000 anos, sem a citação de nenhum estudo científico para embasar as afirmações.
Inovação tecnológica


Usina híbrida de energia limpa é inaugurada na Alemanha!!!


Localizada nas proximidades do aeroporto de Berlim, a usina híbrida, de fontes totalmente alternativas e renováveis, custou US$30 milhões. [Imagem: Enertrag]
Energia híbrida

A empresa Enertrag, da Alemanha, inaugurou a primeira estação geradora de energia híbrida.

A estação reúne todas as principais formas de energia alternativa atualmente sendo pesquisadas no mundo todo.

Isso inclui energia eólica, energia solar e hidrogênio, além de um sistema de armazenamento para evitar as oscilações típicas dessas fontes, mantendo o nível de fornecimento para os consumidores 24 horas por dia.

O objetivo é que a energia gerada nos momentos de ventos bons seja armazenada na forma de hidrogênio, que tanto pode ser consumido diretamente em células a combustível de veículos elétricos, como ser usado para gerar eletricidade para abastecer a rede elétrica comum.

Eletricidade e calor

A usina híbrida, que já está conectada à rede de distribuição, possui três turbinas eólicas de 2 MW, uma planta de biogás de 1 MW e um eletrolisador capaz de gerar 500 kW de hidrogênio (120 metros cúbicos por hora).

Dois compressores se responsabilizam por comprimir até 60 metros cúbicos por hora de hidrogênio a uma pressão de 435 psi em cinco tanques, com uma capacidade total de 1.350 kg de hidrogênio.

Tanto o hidrogênio quando o biogás são usados para alimentar uma planta combinada para geração de calor e energia, com capacidade de 350 kW-elétricos e 340 kW-termais.

Localizada nas proximidades do aeroporto de Berlim, a usina híbrida, de fontes totalmente alternativas e renováveis, custou US$30 milhões.
Inovação tecnologica!!!

Matemáticos revelam rede capitalista que domina o mundo!!!


Este gráfico mostra as interconexões entre o grupo de 1.318 empresas transnacionais que formam o núcleo da economia mundial. O tamanho de cada ponto representa o tamanho da receita de cada uma.[Imagem: Vitali et al.]
Além das ideologias

Conforme os protestos contra o capitalismo se espalham pelo mundo, os manifestantes vão ganhando novos argumentos.

Uma análise das relações entre 43.000 empresas transnacionais concluiu que um pequeno número delas - sobretudo bancos - tem um poder desproporcionalmente elevado sobre a economia global.

A conclusão é de três pesquisadores da área de sistemas complexos do Instituto Federal de Tecnologia de Lausanne, na Suíça.

Brasil precisa da Engenharia de Sistemas Complexos
Este é o primeiro estudo que vai além das ideologias e identifica empiricamente essa rede de poder global.

"A realidade é complexa demais, nós temos que ir além dos dogmas, sejam eles das teorias da conspiração ou do livre mercado," afirmou James Glattfelder, um dos autores do trabalho. "Nossa análise é baseada na realidade."

Rede de controle econômico mundial

A análise usa a mesma matemática empregada há décadas para criar modelos dos sistemas naturais e para a construção de simuladores dos mais diversos tipos. Agora ela foi usada para estudar dados corporativos disponíveis mundialmente.

O resultado é um mapa que traça a rede de controle entre as grandes empresas transnacionais em nível global.

Estudos anteriores já haviam identificado que algumas poucas empresas controlam grandes porções da economia, mas esses estudos incluíam um número limitado de empresas e não levavam em conta os controles indiretos de propriedade, não podendo, portanto, ser usados para dizer como a rede de controle econômico poderia afetar a economia mundial - tornando-a mais ou menos instável, por exemplo.

O novo estudo pode falar sobre isso com a autoridade de quem analisou uma base de dados com 37 milhões de empresas e investidores.

A análise identificou 43.060 grandes empresas transnacionais e traçou as conexões de controle acionário entre elas, construindo um modelo de poder econômico em escala mundial.

Poder econômico mundial

Refinando ainda mais os dados, o modelo final revelou um núcleo central de 1.318 grandes empresas com laços com duas ou mais outras empresas - na média, cada uma delas tem 20 conexões com outras empresas.

Mais do que isso, embora este núcleo central de poder econômico concentre apenas 20% das receitas globais de venda, as 1.318 empresas em conjunto detêm a maioria das ações das principais empresas do mundo - as chamadas blue chips nos mercados de ações.

Em outras palavras, elas detêm um controle sobre a economia real que atinge 60% de todas as vendas realizadas no mundo todo.

E isso não é tudo.

Super-entidade econômica

Quando os cientistas desfizeram o emaranhado dessa rede de propriedades cruzadas, eles identificaram uma "super-entidade" de 147 empresas intimamente inter-relacionadas que controla 40% da riqueza total daquele primeiro núcleo central de 1.318 empresas.

"Na verdade, menos de 1% das companhias controla 40% da rede inteira," diz Glattfelder.

E a maioria delas são bancos.

Os pesquisadores afirmam em seu estudo que a concentração de poder em si não é boa e nem ruim, mas essa interconexão pode ser.

Como o mundo viu durante a crise de 2008, essas redes são muito instáveis: basta que um dos nós tenha um problema sério para que o problema se propague automaticamente por toda a rede, levando consigo a economia mundial como um todo.

Eles ponderam, contudo, que essa super-entidade pode não ser o resultado de uma conspiração - 147 empresas seria um número grande demais para sustentar um conluio qualquer.

A questão real, colocam eles, é saber se esse núcleo global de poder econômico pode exercer um poder político centralizado intencionalmente.

Eles suspeitam que as empresas podem até competir entre si no mercado, mas agem em conjunto no interesse comum - e um dos maiores interesses seria resistir a mudanças na própria rede.

As 50 primeiras das 147 empresas transnacionais super conectadas

Barclays plc
Capital Group Companies Inc
FMR Corporation
AXA
State Street Corporation
JP Morgan Chase & Co
Legal & General Group plc
Vanguard Group Inc
UBS AG
Merrill Lynch & Co Inc
Wellington Management Co LLP
Deutsche Bank AG
Franklin Resources Inc
Credit Suisse Group
Walton Enterprises LLC
Bank of New York Mellon Corp
Natixis
Goldman Sachs Group Inc
T Rowe Price Group Inc
Legg Mason Inc
Morgan Stanley
Mitsubishi UFJ Financial Group Inc
Northern Trust Corporation
Société Générale
Bank of America Corporation
Lloyds TSB Group plc
Invesco plc
Allianz SE 29. TIAA
Old Mutual Public Limited Company
Aviva plc
Schroders plc
Dodge & Cox
Lehman Brothers Holdings Inc*
Sun Life Financial Inc
Standard Life plc
CNCE
Nomura Holdings Inc
The Depository Trust Company
Massachusetts Mutual Life Insurance
ING Groep NV
Brandes Investment Partners LP
Unicredito Italiano SPA
Deposit Insurance Corporation of Japan
Vereniging Aegon
BNP Paribas
Affiliated Managers Group Inc
Resona Holdings Inc
Capital Group International Inc
China Petrochemical Group Company
Bibliografia:

The network of global corporate control
Stefania Vitali, James B. Glattfelder, Stefano Battiston
arXiv
19 Sep 2011
http://arxiv.org/abs/1107.5728
Inovação técnogica!!!

Geladeiras inteligentes poderiam ser desligadas nos horários de pico!!!


Armazenando o frio

O refrigerador doméstico poderia ser gerenciado, isto é, ligado e desligado em determinados horários, sem prejuízos de sua função principal.

Este gerenciamento poderia diminuir o consumo de energia em horários de pico, aliviando a rede elétrica, além de propiciar uma melhor distribuição da energia ao longo do dia.

Para que tal gerenciamento funcionasse, o frio poderia ser armazenado por um determinado período para que o aparelho o utilizasse quando desligado.

A proposta foi feita por Glauco Niro e Luiz Carlos Pereira Silva, da Unicamp.

Redes inteligentes

A ideia parece simples e se mostrou viável tecnicamente, mas ainda não é realidade porque são necessários investimentos em redes inteligentes ou smart grids - um novo conceito que tem ganhado destaque no setor elétrico.

Dentre suas principais vantagens está o fato de permitir o controle da curva de carga elétrica. Isto possibilita que a mesma infraestrutura disponível possa atender a uma maior demanda, o que evitaria, por exemplo, a construção de novas usinas e linhas de transmissão.

"Trata-se de um novo paradigma que tem como característica principal a integração dos equipamentos dos consumidores de forma ativa à operação do sistema elétrico", explica Silva.

Algumas iniciativas já estão sendo realizadas no Brasil, como por exemplo, em Sete Lagoas, onde a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) possui um projeto-piloto de implantação das redes inteligentes.

Mas a perspectiva é que ainda demore um pouco para que a tecnologia se torne realidade no país.

Geladeiras inteligentes

O estudo concentrou-se sobre o impacto do gerenciamento das geladeiras no funcionamento do sistema elétrico.

As geladeiras, por funcionarem continuamente, representam um dos grandes responsáveis pelo consumo total de eletricidade das residências.

"O aparelho está presente na maioria das residências e possui características de funcionamento que permitem que ele seja gerenciado sem prejudicar o usuário", esclarece Niro.

O estudo gerou uma simulação computacional para um modelo adequado, tanto dos novos refrigeradores, quanto do seu gerenciamento, tudo no contexto de uma rede inteligente já implantada.

Como vantagens, o estudo obteve a diminuição da demanda de energia e das perdas elétricas no período de pico, bem como a melhoria do perfil de tensão.

Nas redes inteligentes há um grande fluxo de informações entre a concessionária e o consumidor.

"Atualmente, o representante da empresa passa uma vez por mês na casa do consumidor para a leitura do relógio e pronto. No modelo proposto, o diálogo aumenta, assim como as possibilidades de melhor utilização da energia", esclarece.
Inovação técnologica!!!